Nesse dia o restaurante estava mais calmo, era uma noite tranquila de quarta-feira. A única mesa que estava ocupada por quatro pessoas já estava tudo servido e o pessoal não queria mais nada, então ficamos na espera de alguma ligação para algum pedido da Uber Eats/Glovo ou algum cliente de take away (ou alguma reserva de mesa).
Era 20:32.
Eu estava conversando com Lorena (minha colega de trabalho) quando me deu vontade de ir no banheiro. Inconscientemente encostei a porta e, assim que botei o garoto para fora, ela entrou e trancou a porta.
“Garota, você está maluca?!” falei baixinho. “Aquele dia não tinha ninguém aqui, hoje um dos chefes está na casa. Não inventa.”
“E eu com isso?” ela disse já botando os seios para fora. Se aproximou de mim, foi logo esfregando os peitos no meu peitoral com seus mamilos deliciosos. “Hoje eu acordei querendo sentir seu p4u dentro de mim, você acredita? Acordei esfregando a danada, desejando você, me tocando gostoso. Eu quero você dentro de mim rapidinho, vai. Prometo que não vamos demorar.”
“Já estamos demorando, delicinha”, rebati me fazendo de besta — porque obviamente eu não ia negar pau a ela. Hahah!
Pasmo com isso tudo, instantaneamente fiquei excitado. Foi tudo muito rápido. Fiquei imaginando ela acordando e já se acariciando, sentindo o próprio gosto. Aff! Até esqueci que eu precisava ir no banheiro.
Ela esfregava os seios em mim olhando diretamente nos meus olhos, mal piscava. Parecia muito concisa em sua ação. Parece que ela planejou isso a noite passada e tinha que realizar no dia seguinte.
20:40.
Beijou minha boca lentamente, mordendo e puxando meu lábio inferior. Nossos olhos abriam e fechavam sintonizados, parecendo que foi combinado. Ela apoiou a mão direita na minha nuca e foi subindo, acariciando o cabelo, a cabeça; a outra mão desceu para o garoto, onde ela começou a acariciar calmamente, descendo até as bolas, acariciando gostoso, passando pela cabeça, me deixando louco. Minha mão esquerda percorria a lateral de seu corpo subindo e descendo, enquanto a direita subia para seus longos cabelos. Dei umas puxadas para provocar. O pau duro começou a roçar nela, fazendo com que ela tirasse o resto da roupa. Nosso beijo foi se intensificando, e assim que ela tirou a calcinha a mão foi automaticamente em sua bocet1nha, cuja estava tão babada que ouvi um barulhinho quando passei os dedos nela.
Paramos o beijo. Ela se afastou. Olhou nos meus olhos e virou de costas, apoiando as mãos na parede e rebolando contra mim. Sarrando bem gostoso. Subindo e descendo no meu pau. Pele na pele, uma delícia sem tamanho e inimaginável. Era gostoso demais! Ela sabia muito o que estava fazendo.
“Você gosta assim?” ela ironiza.
Que grande safada, pensei.
20:46.
Pus a mão esquerda em sua cintura e com a direita encaixei o danado nela. Ele entrou tão suavemente que nós dois soltamos uma gemida. Foi muito bom. Diferente. Quente. Intenso. Mágico. Não sei se foi porque estávamos no trabalho, naquela adrenalina e preocupação de não poder demorar muito. (Que piada. Até parece que já não estávamos demorando. Risos.)
Então ela começa a vir para mim, fazendo o vai-e-vem por conta própria. Virou a cabeça para ver minha cara de desejo. Levou a mão direita até uma de suas nádegas e ficou contraindo, fazendo seu cuzinho mandar beijo para mim. Eu estava enlouquecendo. A piroca estava tão rija que eu só sentia a bocet1nha fluir, deslizando horrores.
20:50.
Ela viu que já estávamos demorando e decidiu parar.
“OK, já deu por hoje”, ela fala lamentando não poder continuar. “Vamos guardar esse orgasmo para outro dia, já estamos passando dos limites. Olha a hora.”
“Estava incrivelmente bom, mas é melhor não arriscar o pescoço.”
Ela me deu um beijo lento, molhado e logo finaliza, descendo os lábios pelo meu peitoral e agacha pronta para me chupar. Olha para mim, bota a língua para fora e lambe o garoto todo de baixo para cima, babando e logo em seguida engolindo tudo que consegue. Chupa com gosto. Fecha os olhos e se engasga. Faz até aquele barulhinho clássico de uma boa chup4da. Mas logo se levanta, se veste e sussurra no meu ouvido: “Ainda não terminamos”, e sai do banheiro como se nada tivesse acontecido.
20:55.
Desnorteado, me vesti e voltei para a sala. Parecia que nada tinha mudado. Estava tudo sob controle e normal. Lorena estava lá no balcão falando com o patrão e eu fiquei encostado no balcão onde ficam os pedidos conversando com os chefes da cozinha.
Foi uma boa noite.
Continua…
Era 20:32.
Eu estava conversando com Lorena (minha colega de trabalho) quando me deu vontade de ir no banheiro. Inconscientemente encostei a porta e, assim que botei o garoto para fora, ela entrou e trancou a porta.
“Garota, você está maluca?!” falei baixinho. “Aquele dia não tinha ninguém aqui, hoje um dos chefes está na casa. Não inventa.”
“E eu com isso?” ela disse já botando os seios para fora. Se aproximou de mim, foi logo esfregando os peitos no meu peitoral com seus mamilos deliciosos. “Hoje eu acordei querendo sentir seu p4u dentro de mim, você acredita? Acordei esfregando a danada, desejando você, me tocando gostoso. Eu quero você dentro de mim rapidinho, vai. Prometo que não vamos demorar.”
“Já estamos demorando, delicinha”, rebati me fazendo de besta — porque obviamente eu não ia negar pau a ela. Hahah!
Pasmo com isso tudo, instantaneamente fiquei excitado. Foi tudo muito rápido. Fiquei imaginando ela acordando e já se acariciando, sentindo o próprio gosto. Aff! Até esqueci que eu precisava ir no banheiro.
Ela esfregava os seios em mim olhando diretamente nos meus olhos, mal piscava. Parecia muito concisa em sua ação. Parece que ela planejou isso a noite passada e tinha que realizar no dia seguinte.
20:40.
Beijou minha boca lentamente, mordendo e puxando meu lábio inferior. Nossos olhos abriam e fechavam sintonizados, parecendo que foi combinado. Ela apoiou a mão direita na minha nuca e foi subindo, acariciando o cabelo, a cabeça; a outra mão desceu para o garoto, onde ela começou a acariciar calmamente, descendo até as bolas, acariciando gostoso, passando pela cabeça, me deixando louco. Minha mão esquerda percorria a lateral de seu corpo subindo e descendo, enquanto a direita subia para seus longos cabelos. Dei umas puxadas para provocar. O pau duro começou a roçar nela, fazendo com que ela tirasse o resto da roupa. Nosso beijo foi se intensificando, e assim que ela tirou a calcinha a mão foi automaticamente em sua bocet1nha, cuja estava tão babada que ouvi um barulhinho quando passei os dedos nela.
Paramos o beijo. Ela se afastou. Olhou nos meus olhos e virou de costas, apoiando as mãos na parede e rebolando contra mim. Sarrando bem gostoso. Subindo e descendo no meu pau. Pele na pele, uma delícia sem tamanho e inimaginável. Era gostoso demais! Ela sabia muito o que estava fazendo.
“Você gosta assim?” ela ironiza.
Que grande safada, pensei.
20:46.
Pus a mão esquerda em sua cintura e com a direita encaixei o danado nela. Ele entrou tão suavemente que nós dois soltamos uma gemida. Foi muito bom. Diferente. Quente. Intenso. Mágico. Não sei se foi porque estávamos no trabalho, naquela adrenalina e preocupação de não poder demorar muito. (Que piada. Até parece que já não estávamos demorando. Risos.)
Então ela começa a vir para mim, fazendo o vai-e-vem por conta própria. Virou a cabeça para ver minha cara de desejo. Levou a mão direita até uma de suas nádegas e ficou contraindo, fazendo seu cuzinho mandar beijo para mim. Eu estava enlouquecendo. A piroca estava tão rija que eu só sentia a bocet1nha fluir, deslizando horrores.
20:50.
Ela viu que já estávamos demorando e decidiu parar.
“OK, já deu por hoje”, ela fala lamentando não poder continuar. “Vamos guardar esse orgasmo para outro dia, já estamos passando dos limites. Olha a hora.”
“Estava incrivelmente bom, mas é melhor não arriscar o pescoço.”
Ela me deu um beijo lento, molhado e logo finaliza, descendo os lábios pelo meu peitoral e agacha pronta para me chupar. Olha para mim, bota a língua para fora e lambe o garoto todo de baixo para cima, babando e logo em seguida engolindo tudo que consegue. Chupa com gosto. Fecha os olhos e se engasga. Faz até aquele barulhinho clássico de uma boa chup4da. Mas logo se levanta, se veste e sussurra no meu ouvido: “Ainda não terminamos”, e sai do banheiro como se nada tivesse acontecido.
20:55.
Desnorteado, me vesti e voltei para a sala. Parecia que nada tinha mudado. Estava tudo sob controle e normal. Lorena estava lá no balcão falando com o patrão e eu fiquei encostado no balcão onde ficam os pedidos conversando com os chefes da cozinha.
Foi uma boa noite.
Continua…
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