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CHUPANDO MINHA GOSTOSA NO ELEVADOR

Como um casal quente e sem tempo ruim, no elevador do nosso prédio tudo aconteceu. Ela com esse vestido folgado e curto e sua bunda empinada de natureza estava me deixando fora do eixo.

“Amor, você com esse vestido está me deixando louco”, falei e engoli saliva em seguida.

Estávamos hospedados no 10° andar de um hotel quatro estrelas muito bom, descendo para ir ao supermercado.

“É mesmo, amor? Então me diz se eu estou gostosa”, ela perguntou querendo rir e deu uma volta, assim aparecendo um pouquinho a popa da bunda.

“Você é tão gostosa que eu estou pensando seriamente em dar uma bela chupada nessa boceta aqui mesmo, e em seguida socar meu pau nela para senti-la quente e escorregadia”, falei já agindo, beijando o pescoço e arrepiando-o.

“Putz, que delícia!” ela exclamou sussurrando, de olhos fechados e me deixando agir.

Logo o elevador parou no térreo. Eu fui parando e me ajeitando para sair, mas ela me puxou.

“Não, fica aqui. Agora você vai me chupar bem gostoso!” ela ordenou sussurrando, usando um tom de voz que penetrou firme nos meus ouvidos.

Ela apertou o 10 e voltamos lá para cima. Enquanto subíamos, minhas mãos também subiam pelo seu corpo. Seu vestido leve e solto me permitia agir sem problemas. E só de poder sentir esse rabo gostoso empinadinho só para mim era a pura magia. Meu garoto dentro da cueca já não se aguentava.

O elevador parou. E agora? (Dessa vez eu não parei.)

Quando as portas se abriram ela se posicionou bem no meio, travando assim o elevador e impedindo que alguém lá em baixo pudesse usá-lo — e de dois, só esse funcionava, o outro estava ruim. Imagina.

Minhas mãos deslizando nesse corpo escultural não perdia tempo. Logo fui passando entre seu bumbum e comecei a passar o dedo indicador no seu cuzinho. Hummm, aí ela ficou doida. Começou a gemer baixinho e bem gostoso, daquele jeito.

“Ai, amor, que delícia”, ela disse suspirando, cheia de tesão.

“Eu sei que você gosta.”

Desci mais um pouco e adivinha? Isso mesmo, sua bocetinha estava bem molhada.

Consequentemente agachei e fui de boca, não pensei nem duas vezes. Dei uns beijinhos na virilha, fui provocando, mas logo entrei em campo. Abocanhei sua flor e comecei a chupar lento e gostoso, passando propositadamente a ponta da língua bem no centro do clitóris. Ah, ela enlouqueceu!

“ASSIM!” ela exclamou alto. Pensei em dizer para ela manter a discrição, mas como, se nós já estávamos cometendo uma infração grave? [Risos] Deixei rolar e ouvi com prazer.

Acariciando o clitóris com a ponta da língua eu fui deixando essa minha mulher maravilhosa fora de órbita. E o cheirinho da flor? Credo, que delícia! Eu salivava tanto.

Ela deu um jeito de levantar uma perna e jogou sobre as minhas costas enquanto eu cuidava dela. Apoiada na porta, rebolava bem devagarinho na minha boca, fazendo com que a minha boca deslizasse com mais facilidade pela danada. E assim ela ficava mais babada e eu ia me deleitando.

Chupava com intensidade, no talento, com calma e precisão. Fazia movimentos calculados, usando a língua da melhor forma.

No entanto, apesar de tudo parecer gostoso, ela quis parar.

“Vida, está uma delícia e isso é incontestável, mas vamos fazer essas compras logo porque além de estar perto de fechar lá, obviamente a câmera está vendo o que estamos fazendo. E provavelmente vai sobrar para nós”, ela disse.

Dando uma última e maravilhosa chupada sugando o grelo, me levantei, dei um beijo de língua bem gostoso nela.

“Claro, minha gostosa, eu concordo”, falei enquanto ajeitava meu instrumento que estava quase pulando fora da cueca.

Ela apertou o térreo novamente e descemos. Ao sair do elevador, um ato inusitado acontece. Fomos parados na entrada do prédio por uma recepcionista bonita e que exalava um perfume bem aprazível.

“Eu vi tudinho que vocês fizeram”, ela disse num tom agradável. “Como tiveram a coragem? Eu não podia acreditar.”

Olhei para a minha gostosa e pensei, deu merda. Mas não, muito pelo contrário.

“Eu não aguentei, tive que me tocar escondida aqui mesmo no balcão”, ela continuou. “Que coisa gostosa presenciar o que acabou de acontecer. Que vontade que me deu de subir pelas escadas e ver bem de pertinho, puta que pariu. Que casal, hein?! Uau.”

Minha gostosa se aproximou dela, me puxou e disse: “Se nós três concordarmos, a gente pode marcar de fazer um ménage daqueles lá em cima no nosso quarto, que tal? Aí você vai ser chupada bem gostoso por nós e até ganhando pau desse homem maravilhoso que eu aceito dividir com você.”

Não sei quem ficou mais incrédulo, eu ou a recepcionista.

Senhor, eu ouvi isso mesmo?! Que isso.

“Solteira e louca por uma aventura dessas faz tempo, é claro que eu vou”, a recepcionista disse sem a menor hesitação.

“Posso falar?” perguntei num tom satírico.

“Claro, amor”, minha vida disse.

“Só topo se passar esse perfume de novo, porque esse aroma gostoso está me matando.”

Ela sorriu.

“Só se você me prometer que vai me chupar bem gostoso”, ela disse dando uma leve gargalhada. 

Ela mordeu o lábio inferior, abaixou a cabeça e levantou o olhar.

“Epa! Que menina mais para frente é essa, gente?! Decidida, exigente”, minha gostosa disse rindo. “E aí, mô, você vai chupá-la bem gostoso?”

“Só se vocês quiserem”, joguei mais lenha na fogueira.

“Credo, subiu a temperatura. Acho melhor eu ir no banheiro tocar uma enquanto posso.”

Minha gostosa trocou contato com ela e ficou combinado de qualquer dia rolar mais uma brincadeira das grandes.

Que dia, meus amigos. Ave Maria!

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