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A LOIRA DE VESTIDO VINHO

Por dois meses eu trabalhei na limpeza do shopping. Nesse dia era minha folga, mas minha subchefe me ligou para eu ir ajudar a levantar tabuleiros na praça de alimentação.

Era uma tarde abafada de primavera quando me apareceu essa bela loira magrinha de aparentemente 1,70cm com esse vestido cor de vinho que me encantou. Assim que eu a vi eu pirei, ou seja, meu garoto já deu uma mexida dentro da cueca e passou mil coisas na minha cabeça. (Eu já não era mais o mesmo. Já foi. Aquele cara se transformou. Meu corpo começou a ficar quente e dentro da cueca ele estava fora de controle.) Como eu precisava andar pela praça de alimentação para limpar as mesas, eu não podia fazer isso excitado né.

Eu disfarçava e às vezes passava perto da mesa que ela estava sentada comendo e trocava olhares bem diretos. Propositalmente, algumas vezes eu mordia o lábio inferior. Outras, eu balançava a cabeça de forma negativa, dando a entender que eu estava indignado, pensando no quanto ela era uma deusa. Por conseguinte, ela reagiu com aquele sorriso tímido misturado com maldade.

No meio da praça de alimentação tem as boxes — o local onde limpamos os tabuleiros. Como ela estava sentada de frente para a box que eu estava, começou então a me instigar. Enquanto eu limpava uns tabuleiros, com a bênção de Deus ela fez questão de me provocar subindo levemente o vestido folgado. Pensei, não estou presenciando isso. Devo estar sonhando.

Ajeitei meu garoto na cueca, doido para sair dali para ir no banheiro tocar uma; mas me segurei. Optei por ficar com mais vontade e judiar de mim mesmo. [Risos]

Limpei os tabuleiros e fui limpar umas mesas. Passado uns dez minutos, voltei. Ela já tinha terminado de comer e continuou ali, querendo crime. Eu estava certo, ela queria — porque ela subiu mais ainda o vestido e fez questão de abrir as pernas para mostrar que estava incrivelmente sem calcinha!

Senhor, me ajuda, pensei. Que chuva de bênçãos é essa que o Senhor está derramando sobre mim?

Eu congelei, não sabia o que fazer. Eu estava me sentindo em outra dimensão, sei lá. Minha vontade era de arriar as calças ali e gozar imediatamente… de, sei lá, pegá-la pelo braço e ir foder no banheiro (ou algo do tipo).

Logo ela desceu o vestido, me olhou e pegou o celular e ficou trocando umas mensagens e sorrindo para a tela.

Ela estava numa mesa num canto que realmente não dava para vê-la fazendo essas graças. Enquanto ela segurava o celular com uma mão, a outra parecia descontrolada e foi descendo, e por baixo do vestido começou a esfregar os quatro dedos na boceta. Olhou para mim e revirou os olhos. Se ajeitou na cadeira. Fechou e abriu os olhos. Mordeu o lábio inferior. Passou a língua nos lábios. Ela acariciava a danada bem calma, como se estivesse em casa. Era inacreditável.

Não resisti e saí da box. Sentindo que eu ia lá, ela bloqueou a tela do celular e o colocou no canto da mesa. Em seguida arrastou o tabuleiro para o lado, apoiou o cotovelo na mesa e uma mão na cabeça e ficou me olhando.

Cheguei lá com o pau duríssimo e encostei na mesa, bem de frente para ela. Ninguém falou nada, ficamos parados. Ela me olhava nos olhos e apreciava o volume na minha calça ao mesmo tempo. Pegou no meu instrumento e ficou passando a mão como se eu estivesse nu. Ficou realmente acariciando-o sobre a calça. Seu olhar dizia: “Quer que eu engula seu pau aqui mesmo? Eu faço sem o menor problema.”

Vontade não me faltava, mas eu precisava manter a postura. Eu sei que essas coisas acontecem uma vez na vida — ou quase isso — , mas ali não era hora nem local apropriado para tal.

“Você me deixou com tanto tesão me olhando daquele jeito e ao morder o lábio”, disse ela, acariciando a danada por cima do vestido. “Sei lá, subiu um fogo aqui dentro.”

“Eu não sei o que aconteceu mas eu bati o olho em você e fiquei pasmo com tamanha beleza. Você me atraiu bastante”, respondi.

“Desculpa a sinceridade, mas eu quero saber se você está disposto a me chupar bem gostoso no banheiro”, ela disse enquanto se virava de lado, abrindo as pernas e explorando sua danada rosinha, passando os dedos entre os lábios e deslizando sobre o clitóris. “Honestamente, eu senti que tem que ser você e hoje. Agora. Eu quero que você me chupe como se estivéssemos no verão e eu fosse um sorvete.”

Como um homem ouve esse tipo de coisa de repente no seu ambiente de trabalho? Qual a reação do cara? Como reagir a isso? O que eu poderia fazer sem ser embarcar nessa aventura? E as mesas sujas diante de uma praça de alimentação lotada?

“Olha, eu não sei nem o que dizer”, comecei. “Mas…”

“Você ainda está pensando se vai ou não? É sério isso?” ela me perguntou e logo abaixou a cabeça para ver seus dedos escorregando na flor.

“Eu estou incrédulo, só isso. Me belisca para eu ter certeza de que não estou sonhando.”

“Eu só quero a porra da sua boca na minha flor, só isso”, afirmou segurando meu instrumento.

Olhei para os lados e pensei, dane-se, eu vou fazer essa gostosa gozar na minha boca.

As pessoas estavam tão focadas em comer e a área do banheiro estava tão vazia que parecia até que o circo estava armado para nós dois.

Ela pagou a conta e fomos para o banheiro das crianças, não dando a mínima para as consequências.

Encostei-me na pia, ela trancou a porta e começamos a se pegar. Minhas mãos percorriam pelo seu corpo como Ayrton Sena nas pistas. Deslizavam gostoso. Então uma foi por dentro do vestido e acariciando suas costas foi descendo até o bumbum magnífico e emendei umas carícias no cuzinho juntamente de outras dedadas na bocetinha. Ela parou o beijo e começou a gemer baixinho no pé do meu ouvido, mordiscando levemente a orelha. Desabotoou minha calça e arriou-a, começando assim umas leves masturbadas no meu garoto. Visto que ele estava duríssimo, ela o encaixou dentro da rosinha e trepou em mim, e ficou me olhando enquanto fazia os movimentos de vai-e-vêm. Estava muito gostoso. Incrível. Um momento fascinante. Memorável. Sua boceta estava absurdamente quente, incrivelmente molhada. Meu pau duro o bastante para escorregar demasiadamente nessa delícia de boceta. Seus pequenos seios balançando me anestesiavam. Seu perfume exalando. Nossas gemidas em alta intensidade.

“Ai, eu vou gozar”, ela disse. “Que delícia. Ai! Aiiii!”

Delícia ouvir isso.

Mas ela não gozou. Muito pelo contrário… ela saiu de mim bem devagar, olhando nos meus olhos, subiu na pia e ficou perfeitamente de quatro. Meu Deus, que visão do paraíso! Sua flor e seu cuzinho inteirinho para mim, só meu. Esperando para ser bem tratado como nunca antes. Gratidão!

Então eu peguei no meu instrumento e comecei a tocar uma bem gostosa, admirando a perfeição que era essa mulher. Encantado com tudo isso.

Sabendo que já ia gozar, parei e comecei então a agir. Que responsabilidade cuidar dessa mulher assim desse jeito. Que oportunidade fabulosa, pensei. Aproximei meu rosto do bumbum, esfreguei meu rosto por toda a área dando uns beijinhos, acariciando gostoso, ao mesmo tempo dando linguadas e mordidas leves. (Sobre a pia tinha tipo uma almofada para as crianças deitarem para as fraldas serem trocadas, e ela estava ajoelhada nisso, então estava confortável.) Ela acariciava os seios. Apertava um deles. Virava a cabeça para trás para me olhar. Dizia que eu era uma delícia. Que não se lembra de outro momento tão especial e único assim.

Fui até o cuzinho e lambi até a danada rosada que estava deliciosamente babada. Fiquei lambendo com a pontinha da língua lentamente de baixo para cima, passando por toda a região. Ela ficou maluca.

“QUE DELÍCIA! Puta que pariu, cara!”

Continuei focado e caindo de boca com uma vontade louca de senti-la gozando na minha boca. Sua rosa tinha um gosto muito diferente, bom o bastante para eu não querer mais sair dali. Por isso, chupava e me deleitava no paladar que ela tinha. Meus olhos se fechavam e se abriam constantemente, querendo esquecer de tudo mas ao mesmo tempo abismado com tamanha impecabilidade. Meus lábios escorregando por essa grandeza rosinha me dava o direito de fazer como nunca fiz antes. Umas lambidas circulares no cuzinho a deixava com mais vontade. Era tanta saliva saindo da minha boca, era tanto melado saindo da fonte. Eles se misturavam muito bem. Coisa linda. Suas gemidas enriqueciam o momento.

“Você é incrível”, falei.

“Não acabou ainda mas já quero de novo”, ela rebateu.

Ela tirou a mão dos seios e levou à bunda, onde abriu mais ainda a porta do paraíso. Intensifiquei mais as lambidas e fui chupando com mais vontade.

“Assim mesmo, continua”, ela ordenou.

Ajudei-a com a mão esquerda a abrir mais o caminho então e penetrei algumas vezes a língua na boceta, botando e tirando, obrigando-a a gemer mais alto. Alguém bateu na porta. Fui parando devagar e disse: “E agora?”

“Abre devagarinho.”

Fiz. Era uma mulher baixinha por volta de 1,66cm, de aparentemente 36 anos com um filho. Falei que já ia ser desocupado.

Ela insistiu. Perguntou o que estávamos fazendo ali e que era para eu abrir. Tentei enrolar mas ela insistiu. Eu abri um pouquinho. Ela foi mais forte que eu e enfiou o pescoço pela porta e a viu de quatro, em seguida olhou para o meu garoto. Vichi, para quê…

“Está explicado o porque que seu pau está tão duro assim”, disse a mulher olhando para ele e mordendo o lábio inferior. “Vou ali deixar meu filho com meu marido e já volto. Não ouse trancar a porta.”

Ela logo voltou e entrou já trancando-a. A mulher se chamava Flávia. E a loira, Natália.

Incrédulo estava, incrédulo fiquei. Pasmo. Boquiaberto.

“Ménage à trois uma hora dessa, que eu já estou quase gozando?” disse Natália, cheia de tesão no olhar. “Não faz mal gozar mais de uma vez, só não estava no roteiro”, finalizou rindo.

“Eu não vou atrapalhar, podem continuar”, respondeu Flávia já tirando a roupa.

Logo ela foi se aproximando de mim e passando a mão no meu garoto, olhando para nós dois. Eu não sabia o que fazer. Só sei que eu estava com um tesão único que eu não me lembro de já ter sentido antes. Sinceramente estava demais. Eu até me arrepiava.

Flávia parecia uma índia. Uma delícia de mulher, você tinha que ver. Corpo definido. Bunda elegante. Seios grandes porém naturais. Cabelo preto, escorrido, com um comprimento que ia até a metade das costas. Seu olhar flamejante jogou um tesão fora do normal em nós. Eu senti uma energia sinistra quando ela chegou cheia de atitude.

Encantado com ela pelada, puxei-a pela cintura devagar e ela veio, onde logo começou a acariciar a bunda da Nat. Ela se abriu mais um pouco e a Flavinha logo entendeu a mensagem, e me olhando foi deslizando a mão até sua xota molhada. Acariciava meu p4u me masturbando, até que avançou e foi de boca na danada dela, fazendo com que ela soltasse uma gemida mais alta.

Afastou-se após fazer esse ato de bondade e agachou para me mamar. Acariciou meu abdómen, arranhou com suavidade as minhas coxas, massageou minhas bolas e, por fim, engoliu bonito foi até a goela, se engasgando. Abocanhou com tanta vontade que os arrepios se intensificaram além do limite. Cheguei a fechar os olhos, nossa.

Me ajeitei e voltei a lamber o cuzinho da Nat enquanto Flávia me mamava me acariciando, elevando o nível. Chupava fazendo barulho, é isso dava mais vontade ainda de gozar. Senhor! Eu tentava me distrair chupando a loirinha mas quase não dava — mas fui forte. Entre linguadas e chupadas eu fui mantendo o pique, sugando a rosinha da Natália. Ela gemia tão gostoso. Era uma bela sinfonia. Oh, céus! Aleluia!

“Que loucura isso tudo que vocês estavam fazendo logo aqui”, Flávia disse ao tirar meu pau da boca e ficar apenas passando os lábios. “Eu nunca me imaginei nessa situação, mas senti que algo estava errado quando vi a porta trancada e você dificultando para abri-la. E quando eu vi o que vi senti um fogo na boceta do caralho. Não tem como explicar.”

Ficamos quietos, focados no momento mágico.

“Que piroca gostosa, hein?! Se deixar eu fico aqui chupando o dia todo”, disse Flávia.

“Já posso gozar?” perguntei.

“Só se for na minha boca”, as duas disseram em sintonia. Todos riram.

Faltando realmente muito pouco, intensifiquei as chupadas na xota dela. Aumentei as linguadas e as chupadas.

“Isso! Assim! Eu vou gozar! Ai!”

Continuei. Explorei mais ainda os grandes lábios daquela flor rosinha e apetitosa. Caí dentro. Mantive o ritmo. Alternava dando uns beijinhos no cuzinho, subia e descia lambendo, melando tudo. Só dava o mel dela. Eu me acabava.

De repente ela sai e se vira de frente, abre as pernas, pega na minha cabeça e pressiona contra a rosinha, e goza à ponto de escorrer para o cuzinho. Minha língua fez a festa. Lambi tudinho. E olhando para ela eu finalizei lambendo de baixo para cima pressionando. Ela relaxou tanto que até deitou sobre a pia.

Flávia, entretida no meu garoto, estava se tocando enquanto me chupava. Eu prestes a gozar disse: “Que boca é essa?!”

Logo ela se levantou, encostou os seios no meu peitoral e ficou me olhando, então me deu um selinho.

“Me come?” pediu. “Minha xota está pegando fogo.”

Na falta de palavras, toma-lhe pau. Ela se virou para a Natália e foi de boca na virilha dela, chupando-a de novo. Inclinada, apoiei as mãos na sua cintura e soquei forte.

“Hummmm, gostoso! Caralho, é assim que eu gosto. Fode essa mulher, fode.”

Sua bocetinha estava quente como um vulcão. Meu instrumento escorregava tanto que mal dava para sentir. Não sei explicar. Estava muito gostoso, nossa senhora.

Natália não sabia se gemia alto ou mordia o lábio inferior. Fazia altas caras e bocas.

Socando forte, os seios dela saltitavam lindamente, que delícia. Ela não conseguiu focar na Nat e se empinou mais para mim. Abriu um pouco mais as pernas e eu já não aguentava mais, confesso.

Dei uns tapas naquele rabo lindo e falei que ia gozar. Ambas se ajoelharam pedindo leite.

Comecei a tocar uma e rapidinho gozei na cara das duas, onde ambas começaram a me chupar e literalmente disputar quem engolia mais. Que loucura. Eu estava fora deste plano.

A Natália nem tirou o vestido, então se ajeitou rapidinho. Flávia vestiu sua roupa e deu uma ajustada no cabelo.

“Credo, que delícia essa nossa brincadeira”, disse Nat.

“Aff, foi uma coisa linda”, respondeu Flavinha. “Imagina se a gente tivesse combinado isso? Duvido que seria tão bom.”

“Só sei que eu nunca vi nada igual. Hoje superou tudo. Zerei a vida”, falei em tom risível.

“Eu tenho marido e sou satisfeita com ele, portanto só brinquei com vocês hoje porque Deus quis, porque nem eu sabia que chupar boceta era tão gostoso”, disse Flávia. “Ou será que a sua é gostosa?”

“Eu sou solteira e super apoio um outro encontro com ele, então”, disse Natália, olhando para mim. “Quero mais dessa língua. Mas, você está certa, não é legal trair. Você tem uma família, isso é ótimo. Tudo bem que hoje foi incrível mas isso não tudo.”

Flávia nos cumprimentou e foi saindo.

“Pois é. Mas foi muito bom. Continuem gozando bastante”, ela disse rindo enquanto saía do banheiro. “Tchauzinho. Se cuidem.”

“Você também”, dissemos.

“Vamos manter contato então?” perguntou-me Natália.

“Sim, babe. É claro. Foi tudo tão gostoso.”

“Então está bem. Vamos logo porque eu não sei como não veio ninguém aqui ainda.”

“É verdade.”

Nos beijamos e cada um seguiu seu caminho, mas com o contato para um outro encontro delicioso.

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