Numa manhã de verão europeu eu e minha mulher estávamos tomando café quando sua amiga Babi ligou nos convidando para jantar na casa dela em Nazaré, aqui em Portugal.
“Amor, Babi está nos convidando para jantar na casa dela mais tarde. Vamos?” minha mulher perguntou com a Babi ainda na linha.
“Uhum. Bora lá.”
“Combinado então, amiga, mais tarde a gente cola aí.”
De manhã fomos ao shopping comprar umas coisas e almoçamos lá mesmo.
Chegando em casa escovamos os dentes, dormimos um pouco e acordamos fazendo um s3xo bonito, daquele jeitex. Depois tomamos um bom banho e ficamos de lovezinho no quarto e conversando.
Às 18h Babi ligou.
“Oi, amiga.”
“Oi, Babi.”
“Então, vocês não vêm?”
“Estamos nos arrumando e já vamos.”
“OK então. Estou quase terminando de fazer a janta e vou tomar banho. Não demorem.”
Mais ou menos dez minutos se passaram quando ouvi uma notificação no meu iPhone… era ela mandando mensagem no meu Instagram: um nudezinho de visualização única no banho, que mostrava os seios molhados com seus mamilos durinhos e ia descendo até a boceta. Passava os dedos calmamente, deslizando entre os detalhes da danada. Eu não podia acreditar no que eu estava vendo. Coisa de outro mundo. Era notável que ela não estava tomando um banho qualquer. Eu não entendi nada.
Reagi à mensagem com um coração e logo apaguei a conversa para não dar merda depois.
Passado uma hora chegamos na casa dela. Pensa numa mulher sensacional, mermão! Que coisa mais linda essa amiga dela.
Ao chegar lá, ela nos recebeu com um vestido solto e curto e cumprimentou com beijinhos no rosto — e, sem que a minha mulher percebesse, Babi passou a mão no meu pau sem dó nem piedade. Me olhou tipo “quero te dar” e foi para a cozinha arrumar a mesa. Ela rebolava gostoso. Puta que pariu!
Sorte que a minha dona não viu, pensei.
Enquanto elas arrumavam a mesa, Babi estava cheia de fogo. Se empinava colocando as coisas na mesa. Me olhava com maldade. Eu estava viajando. Não sabia o por que disso. Estranho.
Fiquei mexendo no celular enquanto elas conversavam.
“Me conta, amiga, como estão as coisas?” Babi perguntou.
“Tudo certo, graças a Deus. E você? E sua vida de solteira, como está?”
“Tudo na mesma. Fraca de contatinhos… xota pegando fogo, latejando como sempre — eita, falei alto demais!” ela interrompeu sua resposta. “Será que ele ouviu?” ela disse baixinho, tapando a boca com a mão e rindo.
Minha mulher balançou a cabeça negativamente.
“E se ouviu também, qual o problema? A minha está sempre assim também… ele sabe o que é isso”, disse num tom risível.
“Claro que sabe. Vamos comer então?”
“Vamos.”
A janta era simples, porém a minha comida favorita: bife com fritas.
“Putz, parece que você adivinhou o meu prato preferido”, falei cheio de água na boca.
“Que isso, jura que você gosta tanto assim? Hum, acertei em cheio.”
“Que delícia! Gosto muito!”
Quando eu falei “que delícia” ela fez uma cara… mas dessa vez minha dona viu.
“Que cara é essa, Babi?! Eu hein”, disse meio séria mas também num tom sarcástico.
“A mesma de sempre, ué. Só tenho esta” disse rindo. “Fico feliz por isso. Que bom que gosta. Fiz com muito amor. Espero que gostem.”
Babi cozinhava muito bem, e a comida estava maravilhosa.
Comi duas vezes e não demorou muito para a moleza bater. Então fui para o sofá assistir televisão. Procurei o canal de futebol e estava passando Benfica x Juventus, pela Liga dos Campeões; mas eu estava com sono e não vi o jogo todo, acabei cochilando.
“Por que vocês não dormem aqui? Olha ele, já apagou no sofá, coitado”, disse Babi.
“Não, Babi, não inventa. Vamos para casa que é melhor. Já incomodamos demais hoje.”
“Não incomodaram nada, deixa de falar besteira.”
“Vão dormir aqui sim, tem espaço de sobra”, ela insistiu.
Terminando de lavar a louça e arrumar a cozinha, Babi foi lá arrumar a cama para nós dormirmos. Insistiu e minha dama acabou topando. Vencida pela insistência.
Quando voltou do quarto, Babi trocou de roupa e usava um baby-doll rosa mais curtinho do que o vestido que estava usando quando nos recebeu. Gostosa para um caralho, ela não cansava de provocar.
“Nossa, vai aonde com tanta bunda assim?” minha dona perguntou para Babi.
“Dormir. Gosto de me sentir leve e solta na hora de dormir também, minha filha.”
“Se eu fosse homem eu te pegava sem pensar duas vezes”, ela disse rindo. “Arrasou.”
Ambas riram, conversaram mais um pouco até que minha dona foi no sofá falar comigo.
“Amor, esqueci o carregador lá em casa e preciso ir buscar. Cadê a chave do carro? Não posso ficar sem bateria porque estou esperando que me liguem para uma entrevista de trabalho.”
Assenti, dei a chave e ela foi lá.
Essa era a brecha que Babi tanto queria. Jesus! Vai dar merda – sempre dá merda. [Risos]
Babi inventou de procurar não sei o que na estante da sala. Ela se abaixou fazendo questão de mostrar seu belo rabo para mim. Não deu a mínima se tinha alguém ali atrás dela ou não, ela simplesmente fez. Mas não é tudo: ela estava sem calcinha e eu vi sua bocetinha porque os grandes lábios explodiam para fora de seu baby-doll.
Essa garota só pode estar de brincadeira com a minha cara, não é possível! Que delícia, cara! Meu Deus!
“Aonde eu coloquei isso? Caramba…” ela falava sozinha.
Eu estava sonolento, mas senti que ela estava por perto e abri os olhos, e vi o que vi. Vichi… uau!
Desliguei a televisão e apaguei de fato. Não ouvi mais nada.
Depois de um tempo de soneca despertei super excitado após ter tido um breve sonho com ela. Sinceramente, não deu: fui no banheiro tocar uma porque ela não saía da minha cabeça. Levantei e, chegando perto do banheiro, vi a luz acesa e a porta entreaberta, mas não imaginava o que estava por vir.
Cheguei na porta com ele latejando, quente e bem duro. Quando eu entro no banheiro o que me acontece? Babi estava sentada com as pernas bem abertas, uma mão apertando um seio e a outra se tocando gostoso, com uma vontade louca. Fazia caras e bocas. Gemia tão gostoso e abafado que mal dava para ouvir. Era surreal. Fiquei chocado com o que eu acabara de presenciar. Eu salivava tanto!
Até então, Babi estava de olhos fechados e nem me viu, pois estava bastante concentrada.
Quando ousei sair de fininho e dei os primeiros passos para trás ela me chamou.
“Aonde você vai?” ela perguntou com sua voz doce e suave.
Minha dona não está aqui. Eu não estou aguentando de tesão por essa garota. Traição é errado e não tem perdão. Eu não sei o que fazer.
Vai logo lá e fode ela, mano. Não vacila. A hora é essa.
Tudo isso e muito mais vinha à tona na minha cabeça. Uma chuva torrencial de pensamentos latejava na minha mente. Mas foi mais forte que eu, não dava.
Fui me aproximando dela e ela, revirando os olhos de tesão, me puxou pela cintura e babou meu garoto todinho em pouquíssimos segundos, do tipo que estava com saliva acumulada louca para executar o que fez. Ela chupou tão gostoso que eu soltei uma gemida abafada imediatamente!
Ela parou de se tocar e consequentemente me chup0u devagar e gostoso. Se engasgava frequentemente, chup4ndo e tirando. Mamava com gosto. Sua boca parecia aveludada, pois era surreal sua facilidade em chup4r bem. Eu contraía a barriga constantemente. Um arrepio me dominava. Entrelacei meus dedos em seu cabelo, fazendo com que ela me chup4sse olhando para cima. Ela estava concentrada.
Ela se engasgou, babou o instrumento, chup0u de novo, passou a língua na cabeça dele e foi subindo me lambendo até que ficou de pé e me encostou na parede. Em seguida virou-se de costas para mim e pegou meu instrumento, penetrando devagarinho na sua flor. Entrou tão fácil, você tinha que ver. O caminho estava super escorregadio. Apoiei as mãos em sua cintura e consequentemente ela foi fazendo os movimentos de vai e vem, bem suave, calmamente. Fria e calculista.
“Minha amiga que me perdoe mas me deu uma vontade louca de te dar”, disse Babi enquanto apertava os seios e rebolava com ele dentro.
“Não valemos nada, a verdade é essa. Você com esse maldito vestido, quando abaixou na sala aquela hora me deu vontade de voar na tua boceta, sem neurose.”
“Provoco mesmo”, disse rindo. “Adoroooo.”
Não demorou muito eu escutei-a parando o carro na garagem pelo basculante. Babi começou a se ajeitar rápido. Eu puxei-a pelo braço quando ela estava para sair do banheiro. Comecei a tocar uma super rápido e ela já sabia o que vinha pela frente, então agachou-se e eu gozei gostoso dentro da sua boca. O tesão estava em outro nível. Putz!
“Delícia de porra quente. Hummm, que leite gostoso. Porra! Vou te roubar para mim”, disse ela após ter engolido.
Me limpei e logo depois que ela saiu eu tranquei a porta e fiquei pensando sobre o que acabara de acontecer. Mermão, que loucura. Que dia. Que momento. Que isso…
Minha dona chegou, elas ficaram conversando lá na sala e eu fui para o quarto e fiquei lá deitado só pensando nessa delícia chamada Babi. Céus!
Continua…
“Amor, Babi está nos convidando para jantar na casa dela mais tarde. Vamos?” minha mulher perguntou com a Babi ainda na linha.
“Uhum. Bora lá.”
“Combinado então, amiga, mais tarde a gente cola aí.”
De manhã fomos ao shopping comprar umas coisas e almoçamos lá mesmo.
Chegando em casa escovamos os dentes, dormimos um pouco e acordamos fazendo um s3xo bonito, daquele jeitex. Depois tomamos um bom banho e ficamos de lovezinho no quarto e conversando.
Às 18h Babi ligou.
“Oi, amiga.”
“Oi, Babi.”
“Então, vocês não vêm?”
“Estamos nos arrumando e já vamos.”
“OK então. Estou quase terminando de fazer a janta e vou tomar banho. Não demorem.”
Mais ou menos dez minutos se passaram quando ouvi uma notificação no meu iPhone… era ela mandando mensagem no meu Instagram: um nudezinho de visualização única no banho, que mostrava os seios molhados com seus mamilos durinhos e ia descendo até a boceta. Passava os dedos calmamente, deslizando entre os detalhes da danada. Eu não podia acreditar no que eu estava vendo. Coisa de outro mundo. Era notável que ela não estava tomando um banho qualquer. Eu não entendi nada.
Reagi à mensagem com um coração e logo apaguei a conversa para não dar merda depois.
Passado uma hora chegamos na casa dela. Pensa numa mulher sensacional, mermão! Que coisa mais linda essa amiga dela.
Ao chegar lá, ela nos recebeu com um vestido solto e curto e cumprimentou com beijinhos no rosto — e, sem que a minha mulher percebesse, Babi passou a mão no meu pau sem dó nem piedade. Me olhou tipo “quero te dar” e foi para a cozinha arrumar a mesa. Ela rebolava gostoso. Puta que pariu!
Sorte que a minha dona não viu, pensei.
Enquanto elas arrumavam a mesa, Babi estava cheia de fogo. Se empinava colocando as coisas na mesa. Me olhava com maldade. Eu estava viajando. Não sabia o por que disso. Estranho.
Fiquei mexendo no celular enquanto elas conversavam.
“Me conta, amiga, como estão as coisas?” Babi perguntou.
“Tudo certo, graças a Deus. E você? E sua vida de solteira, como está?”
“Tudo na mesma. Fraca de contatinhos… xota pegando fogo, latejando como sempre — eita, falei alto demais!” ela interrompeu sua resposta. “Será que ele ouviu?” ela disse baixinho, tapando a boca com a mão e rindo.
Minha mulher balançou a cabeça negativamente.
“E se ouviu também, qual o problema? A minha está sempre assim também… ele sabe o que é isso”, disse num tom risível.
“Claro que sabe. Vamos comer então?”
“Vamos.”
A janta era simples, porém a minha comida favorita: bife com fritas.
“Putz, parece que você adivinhou o meu prato preferido”, falei cheio de água na boca.
“Que isso, jura que você gosta tanto assim? Hum, acertei em cheio.”
“Que delícia! Gosto muito!”
Quando eu falei “que delícia” ela fez uma cara… mas dessa vez minha dona viu.
“Que cara é essa, Babi?! Eu hein”, disse meio séria mas também num tom sarcástico.
“A mesma de sempre, ué. Só tenho esta” disse rindo. “Fico feliz por isso. Que bom que gosta. Fiz com muito amor. Espero que gostem.”
Babi cozinhava muito bem, e a comida estava maravilhosa.
Comi duas vezes e não demorou muito para a moleza bater. Então fui para o sofá assistir televisão. Procurei o canal de futebol e estava passando Benfica x Juventus, pela Liga dos Campeões; mas eu estava com sono e não vi o jogo todo, acabei cochilando.
“Por que vocês não dormem aqui? Olha ele, já apagou no sofá, coitado”, disse Babi.
“Não, Babi, não inventa. Vamos para casa que é melhor. Já incomodamos demais hoje.”
“Não incomodaram nada, deixa de falar besteira.”
“Vão dormir aqui sim, tem espaço de sobra”, ela insistiu.
Terminando de lavar a louça e arrumar a cozinha, Babi foi lá arrumar a cama para nós dormirmos. Insistiu e minha dama acabou topando. Vencida pela insistência.
Quando voltou do quarto, Babi trocou de roupa e usava um baby-doll rosa mais curtinho do que o vestido que estava usando quando nos recebeu. Gostosa para um caralho, ela não cansava de provocar.
“Nossa, vai aonde com tanta bunda assim?” minha dona perguntou para Babi.
“Dormir. Gosto de me sentir leve e solta na hora de dormir também, minha filha.”
“Se eu fosse homem eu te pegava sem pensar duas vezes”, ela disse rindo. “Arrasou.”
Ambas riram, conversaram mais um pouco até que minha dona foi no sofá falar comigo.
“Amor, esqueci o carregador lá em casa e preciso ir buscar. Cadê a chave do carro? Não posso ficar sem bateria porque estou esperando que me liguem para uma entrevista de trabalho.”
Assenti, dei a chave e ela foi lá.
Essa era a brecha que Babi tanto queria. Jesus! Vai dar merda – sempre dá merda. [Risos]
* * *
Babi inventou de procurar não sei o que na estante da sala. Ela se abaixou fazendo questão de mostrar seu belo rabo para mim. Não deu a mínima se tinha alguém ali atrás dela ou não, ela simplesmente fez. Mas não é tudo: ela estava sem calcinha e eu vi sua bocetinha porque os grandes lábios explodiam para fora de seu baby-doll.
Essa garota só pode estar de brincadeira com a minha cara, não é possível! Que delícia, cara! Meu Deus!
“Aonde eu coloquei isso? Caramba…” ela falava sozinha.
Eu estava sonolento, mas senti que ela estava por perto e abri os olhos, e vi o que vi. Vichi… uau!
Desliguei a televisão e apaguei de fato. Não ouvi mais nada.
Depois de um tempo de soneca despertei super excitado após ter tido um breve sonho com ela. Sinceramente, não deu: fui no banheiro tocar uma porque ela não saía da minha cabeça. Levantei e, chegando perto do banheiro, vi a luz acesa e a porta entreaberta, mas não imaginava o que estava por vir.
Cheguei na porta com ele latejando, quente e bem duro. Quando eu entro no banheiro o que me acontece? Babi estava sentada com as pernas bem abertas, uma mão apertando um seio e a outra se tocando gostoso, com uma vontade louca. Fazia caras e bocas. Gemia tão gostoso e abafado que mal dava para ouvir. Era surreal. Fiquei chocado com o que eu acabara de presenciar. Eu salivava tanto!
Até então, Babi estava de olhos fechados e nem me viu, pois estava bastante concentrada.
Quando ousei sair de fininho e dei os primeiros passos para trás ela me chamou.
“Aonde você vai?” ela perguntou com sua voz doce e suave.
Minha dona não está aqui. Eu não estou aguentando de tesão por essa garota. Traição é errado e não tem perdão. Eu não sei o que fazer.
Vai logo lá e fode ela, mano. Não vacila. A hora é essa.
Tudo isso e muito mais vinha à tona na minha cabeça. Uma chuva torrencial de pensamentos latejava na minha mente. Mas foi mais forte que eu, não dava.
Fui me aproximando dela e ela, revirando os olhos de tesão, me puxou pela cintura e babou meu garoto todinho em pouquíssimos segundos, do tipo que estava com saliva acumulada louca para executar o que fez. Ela chupou tão gostoso que eu soltei uma gemida abafada imediatamente!
Ela parou de se tocar e consequentemente me chup0u devagar e gostoso. Se engasgava frequentemente, chup4ndo e tirando. Mamava com gosto. Sua boca parecia aveludada, pois era surreal sua facilidade em chup4r bem. Eu contraía a barriga constantemente. Um arrepio me dominava. Entrelacei meus dedos em seu cabelo, fazendo com que ela me chup4sse olhando para cima. Ela estava concentrada.
Ela se engasgou, babou o instrumento, chup0u de novo, passou a língua na cabeça dele e foi subindo me lambendo até que ficou de pé e me encostou na parede. Em seguida virou-se de costas para mim e pegou meu instrumento, penetrando devagarinho na sua flor. Entrou tão fácil, você tinha que ver. O caminho estava super escorregadio. Apoiei as mãos em sua cintura e consequentemente ela foi fazendo os movimentos de vai e vem, bem suave, calmamente. Fria e calculista.
“Minha amiga que me perdoe mas me deu uma vontade louca de te dar”, disse Babi enquanto apertava os seios e rebolava com ele dentro.
“Não valemos nada, a verdade é essa. Você com esse maldito vestido, quando abaixou na sala aquela hora me deu vontade de voar na tua boceta, sem neurose.”
“Provoco mesmo”, disse rindo. “Adoroooo.”
Não demorou muito eu escutei-a parando o carro na garagem pelo basculante. Babi começou a se ajeitar rápido. Eu puxei-a pelo braço quando ela estava para sair do banheiro. Comecei a tocar uma super rápido e ela já sabia o que vinha pela frente, então agachou-se e eu gozei gostoso dentro da sua boca. O tesão estava em outro nível. Putz!
“Delícia de porra quente. Hummm, que leite gostoso. Porra! Vou te roubar para mim”, disse ela após ter engolido.
Me limpei e logo depois que ela saiu eu tranquei a porta e fiquei pensando sobre o que acabara de acontecer. Mermão, que loucura. Que dia. Que momento. Que isso…
Minha dona chegou, elas ficaram conversando lá na sala e eu fui para o quarto e fiquei lá deitado só pensando nessa delícia chamada Babi. Céus!
Continua…
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