Era Domingo. Estava um dia ensolarado e quente quando fui visitar uma das minhas primas. Conversar, lanchar, tomar um café. Ela sempre me recebe bem em sua casa, me deixando à vontade. Mas nesse dia ela estava mais à vontade do que eu. Vai vendo.
Cheguei em sua casa e ela me recebeu com um maravilhoso vestidinho branco quase transparente curtinho, soltinho, exaltando a formosura de bunda que ela tem e os mamilos durinhos e acesos. Nos cumprimentamos e ela logo voltou para dentro porque tinha feijão no fogo. Conforme ela andava ela rebolava lindamente, e seu vestidinho branco tinha uns buraquinhos pequenos que mostrava um pouco do que estava por trás. Vi bem a dimensão da sua calcinha. Inteiramente enfiada naquele belíssimo rabo. Entrei na casa dela imaginando como eu iria sair sem estar excitado. Essa era a incógnita. Bagulho doido.
Cheguei na cozinha e me deparei com ela inclinada, de pernas juntas e o bocetão delicioso à vista, espremido com os grandes lábios expostos através de uma calcinha finíssima vermelha. Minha piroca deu um salto dentro da cueca que eu nem senti. Endureceu rápido como a velocidade da luz. Ela usava um tipo de calcinha fina que é só um fio, sabe qual é? Ela esconde a boneca mas a partir do cuzinho já é apenas um fiozinho que liga até a parte da cintura. Nossa, que delícia! Ela ficou pequena para os lábios dessa boceta graciosa que quase me fez voar de boca. Puta que pariu!
“Quando preciso fazer alguma coisa na cozinha eu já quero logo terminar, por isso essa correria”, ela disse rindo. “Senta aí, querido. Já te dou atenção. Se quiser tem cerveja na geladeira. Não vou te servir porque você é de casa.”
Peguei uma cervejinha, pus um pouco de tremoços num potinho e fiquei bebendo e comendo olhando para sua bunda rica enquanto ela lavava a pouca louça. Ela não parava quieta. Mexia a bunda tipo rebolando, e o vestido balançando de um lado para o outro, e eu com o olhar fixado tentando ver através do vestido aquela calcinha vermelha. E meu garoto estalando, duríssimo.
“Então, quais são as novidades? Está tudo bem com você? Como estão as coisas ?” ela puxou assunto.
“Sim, está tudo certo. Agora estou mais tranquilo. Finalmente consegui um trabalho bom. Tudo tem dado certo. Estou bem melhor.”
“Hum. O importante é isso. E as namoradas? Vejo que tem postado bastante coisa sobre seus contos. Pelo visto a mulherada tem inspirado você”, ela falou assim que desligou a torneira e secou a mão para ajeitar a calcinha… deu aquela puxadinha e soltou, e virou a cabeça para mim imediatamente.
Discretamente ajeitei meu garoto e dei um gole na cerveja.
“Nada, estou de boa. Ando tão focado na minha vida que nem penso em namorar. Faz falta ter uma mulher mas eu não fico procurando, deixo rolar. Deus sabe o que é melhor. Mas os contos não podem parar, eu me amarro. Gosto muito. Escrevo sempre.”
“Eu vejo. Imagino o quanto essa mulherada deve ficar louca lendo.”
“Pois é. Muitas adoram mesmo.”
“Qualquer hora vou ler uns, ainda não consegui parar para ver com calma.”
“Leia sim, prima. Você vai gostar. Eu acho”, falei e dei uma risadinha.
“E o trabalho, está gostando?”
“Sim, tudo certo. Parece que agora vai. Finalmente tem dado tudo certo. Estou gostando.”
“Muito bom. Se segura nesse, cara, pelo menos até você se estabilizar um pouco.”
“Sem dúvidas! Vou ficar ali até eu me organizar e depois decido sobre o meu futuro.”
Papo vai, papo vem, ela fez o que tinha que fazer e também pegou uma cerveja para me acompanhar. Ela se encostou na pia e ficou ali em pé. Seu vestido era tão leve que eu via os mamilos excitados e em baixo era possível ver o volume da boneca. Obviamente, de vez em quando eu dava uma espreitadela discretamente. A essa altura eu já estava salivando bem — e o instrumento também, é claro… babando bastante a cueca.
“E você, prima, tem dado uma namorada?” perguntei enquanto me ajeitava na cadeira.
“Nada. De vez em quando aparece uns caras aí mas não perco meu tempo. Deixa minha boneca quietinha que eu ganho mais”, ela disse e rimos juntos. “Juntas nos divertimos mais.”
Assim que ela falou isso, levou uma mão por dentro do vestido para coçar as costas e acabou mostrando um pouco do seio. Foi lindo.
Logo ela puxou uma cadeira e sentou de frente para mim. Ficamos no celular durante uns segundos. Um silêncio pairou sobre nós um tempinho. Vi umas notificações e quando bloqueei a tela ela já estava com uma perna dobrada sobre a cadeira e com a calcinha vermelha de lado, exibindo claramente sua boceta. Ela tinha uns pelinhos na parte de cima e toda lisa abaixo, onde eu queria voar de boca.
Eu não sei o que ela queria mas eu não fiz nada, acredite. Ela continuou falando normalmente com a danada de fora esperando que eu falasse ou fizesse alguma coisa. Mas eu estava na casa dela. Essa era ela. Eu não podia fazer nada. Fiquei bebendo e admirando, era o que me restava. Cheio de vontade de foder essa bocetinha; mas nem tudo é possível.
“Pois é, primo, não está fácil para ninguém”, ela falou olhando para a danada e passando três dedos sobre ela. Ficou me olhando.
“É, estou vendo.”
Eu podia sentir meu pau babando muito na cueca. Eu estava agoniado, transbordando de tesão.
“Prima, vou nessa. Amanhã trabalho cedo e preciso descansar.”
“Ah, que isso, fica mais um pouco”, ela falou acariciando seu clitóris devagarinho, e deu um gole na cerveja me olhando.
“Bem que eu queria mesmo. Mas vou te deixar à vontade, porque senão vai dar merda”, falei rindo.
“Tudo bem então, meu querido. Foi bom te ver. Quando quiser é só aparecer.”
“Claro, pode deixar.”
Cheguei em casa e gozei tão gostoso que fiquei esparramado na cama por um bom tempo, ainda atordoado com toda essa situação. Eu estava incrédulo. Foi muito bom. Diferente. Extremamente único. Louco. Insano. Absurdo. Tudo ao mesmo tempo. Quando gozei fiquei pensando se aquilo tinha acontecido mesmo ou se eu estava sonhando, porque foi demais. Nunca mais vou esquecer sua calcinha vermelha.
Cheguei em sua casa e ela me recebeu com um maravilhoso vestidinho branco quase transparente curtinho, soltinho, exaltando a formosura de bunda que ela tem e os mamilos durinhos e acesos. Nos cumprimentamos e ela logo voltou para dentro porque tinha feijão no fogo. Conforme ela andava ela rebolava lindamente, e seu vestidinho branco tinha uns buraquinhos pequenos que mostrava um pouco do que estava por trás. Vi bem a dimensão da sua calcinha. Inteiramente enfiada naquele belíssimo rabo. Entrei na casa dela imaginando como eu iria sair sem estar excitado. Essa era a incógnita. Bagulho doido.
Cheguei na cozinha e me deparei com ela inclinada, de pernas juntas e o bocetão delicioso à vista, espremido com os grandes lábios expostos através de uma calcinha finíssima vermelha. Minha piroca deu um salto dentro da cueca que eu nem senti. Endureceu rápido como a velocidade da luz. Ela usava um tipo de calcinha fina que é só um fio, sabe qual é? Ela esconde a boneca mas a partir do cuzinho já é apenas um fiozinho que liga até a parte da cintura. Nossa, que delícia! Ela ficou pequena para os lábios dessa boceta graciosa que quase me fez voar de boca. Puta que pariu!
“Quando preciso fazer alguma coisa na cozinha eu já quero logo terminar, por isso essa correria”, ela disse rindo. “Senta aí, querido. Já te dou atenção. Se quiser tem cerveja na geladeira. Não vou te servir porque você é de casa.”
Peguei uma cervejinha, pus um pouco de tremoços num potinho e fiquei bebendo e comendo olhando para sua bunda rica enquanto ela lavava a pouca louça. Ela não parava quieta. Mexia a bunda tipo rebolando, e o vestido balançando de um lado para o outro, e eu com o olhar fixado tentando ver através do vestido aquela calcinha vermelha. E meu garoto estalando, duríssimo.
“Então, quais são as novidades? Está tudo bem com você? Como estão as coisas ?” ela puxou assunto.
“Sim, está tudo certo. Agora estou mais tranquilo. Finalmente consegui um trabalho bom. Tudo tem dado certo. Estou bem melhor.”
“Hum. O importante é isso. E as namoradas? Vejo que tem postado bastante coisa sobre seus contos. Pelo visto a mulherada tem inspirado você”, ela falou assim que desligou a torneira e secou a mão para ajeitar a calcinha… deu aquela puxadinha e soltou, e virou a cabeça para mim imediatamente.
Discretamente ajeitei meu garoto e dei um gole na cerveja.
“Nada, estou de boa. Ando tão focado na minha vida que nem penso em namorar. Faz falta ter uma mulher mas eu não fico procurando, deixo rolar. Deus sabe o que é melhor. Mas os contos não podem parar, eu me amarro. Gosto muito. Escrevo sempre.”
“Eu vejo. Imagino o quanto essa mulherada deve ficar louca lendo.”
“Pois é. Muitas adoram mesmo.”
“Qualquer hora vou ler uns, ainda não consegui parar para ver com calma.”
“Leia sim, prima. Você vai gostar. Eu acho”, falei e dei uma risadinha.
“E o trabalho, está gostando?”
“Sim, tudo certo. Parece que agora vai. Finalmente tem dado tudo certo. Estou gostando.”
“Muito bom. Se segura nesse, cara, pelo menos até você se estabilizar um pouco.”
“Sem dúvidas! Vou ficar ali até eu me organizar e depois decido sobre o meu futuro.”
* * *
Papo vai, papo vem, ela fez o que tinha que fazer e também pegou uma cerveja para me acompanhar. Ela se encostou na pia e ficou ali em pé. Seu vestido era tão leve que eu via os mamilos excitados e em baixo era possível ver o volume da boneca. Obviamente, de vez em quando eu dava uma espreitadela discretamente. A essa altura eu já estava salivando bem — e o instrumento também, é claro… babando bastante a cueca.
“E você, prima, tem dado uma namorada?” perguntei enquanto me ajeitava na cadeira.
“Nada. De vez em quando aparece uns caras aí mas não perco meu tempo. Deixa minha boneca quietinha que eu ganho mais”, ela disse e rimos juntos. “Juntas nos divertimos mais.”
Assim que ela falou isso, levou uma mão por dentro do vestido para coçar as costas e acabou mostrando um pouco do seio. Foi lindo.
Logo ela puxou uma cadeira e sentou de frente para mim. Ficamos no celular durante uns segundos. Um silêncio pairou sobre nós um tempinho. Vi umas notificações e quando bloqueei a tela ela já estava com uma perna dobrada sobre a cadeira e com a calcinha vermelha de lado, exibindo claramente sua boceta. Ela tinha uns pelinhos na parte de cima e toda lisa abaixo, onde eu queria voar de boca.
Eu não sei o que ela queria mas eu não fiz nada, acredite. Ela continuou falando normalmente com a danada de fora esperando que eu falasse ou fizesse alguma coisa. Mas eu estava na casa dela. Essa era ela. Eu não podia fazer nada. Fiquei bebendo e admirando, era o que me restava. Cheio de vontade de foder essa bocetinha; mas nem tudo é possível.
“Pois é, primo, não está fácil para ninguém”, ela falou olhando para a danada e passando três dedos sobre ela. Ficou me olhando.
“É, estou vendo.”
Eu podia sentir meu pau babando muito na cueca. Eu estava agoniado, transbordando de tesão.
“Prima, vou nessa. Amanhã trabalho cedo e preciso descansar.”
“Ah, que isso, fica mais um pouco”, ela falou acariciando seu clitóris devagarinho, e deu um gole na cerveja me olhando.
“Bem que eu queria mesmo. Mas vou te deixar à vontade, porque senão vai dar merda”, falei rindo.
“Tudo bem então, meu querido. Foi bom te ver. Quando quiser é só aparecer.”
“Claro, pode deixar.”
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Cheguei em casa e gozei tão gostoso que fiquei esparramado na cama por um bom tempo, ainda atordoado com toda essa situação. Eu estava incrédulo. Foi muito bom. Diferente. Extremamente único. Louco. Insano. Absurdo. Tudo ao mesmo tempo. Quando gozei fiquei pensando se aquilo tinha acontecido mesmo ou se eu estava sonhando, porque foi demais. Nunca mais vou esquecer sua calcinha vermelha.
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