Pornografia ou magia? Não sei explicar, não sei exatamente o que é. O que eu sei é que ela é gostosa demais e me tira do sério com tanta gostosura.
Era Sábado, 13h.
Começando o final de semana com o pé direito, ela desbloqueou mais um nível saindo do banho e, toda nua e pós-depilada, super cheirosa, chegando no quarto me provocando enquanto eu assistia um documentário na Netflix sobre os eventos da Segunda Guerra Mundial.
“Está pronto, amor?” ela me perguntou dando tapas em sua majestosa boceta, me olhando e dando aquela esticada gostosa com três dedos na danada, sabe como? Fui na Lua e voltei! Os grandes lábios se juntando aos pequenos, virando um sanduíche de boceta suculento. Uma completa delícia!
Segundos depois ela sentou no sofazinho que temos no quarto e se acomodou. Abriu as pernas as apoiou nos braços do sofazinho, ficando toda aberta se tocando e me olhando.
Isto é inacreditável! OMG!
“Você não vem, amor? Vem cair de boca, vem”, ela começava o que seria uma grande judiação.
“Não sei se vale a pena”, falei com ar de deboche olhando para a televisão em vez de olhar para ela, “ainda estou pensando.”
Mas, obviamente, meu instrumento estava bem duro. Por que será, não é mesmo?
“Não pense muito porque posso mudar de idéia”, ela dizia enquanto se ocupava — sua ocupação era melar os dedos e passar na boneca, que da cama era possível ver que estava ficando molhadinha.
Suas gemidas começavam a ganhar forma, ficando mais intensas conforme ela se tocava. Seus dedos girando sobre um clitóris de dar água na boca. Sua xota suculenta me fez desligar a televisão e logo comecei a me tocar também.
“Você daí e eu daqui, OK? Não se aproxime”, ela disse querendo rir. “Continua que está gostoso. Eu saí do banho com um tesão que você nem imagina. Eu já vou gozar. Adoro te ver tocando nesse pau delicioso!”
Visando melhorar nosso momento, fiz totalmente o contrário, e fiquei nos pés da cama me masturbando bem na frente dela. Minha mão subia e descia na mesma frequência que a dela em sua boneca. Se ela acelerava eu fazia o mesmo; se desacelerava, me too (eu também). Estava muito bom. Então comecei a gemer também, por que não? E com isso ela endoidava mais.
Seu alto nível de prazer eleva o (nosso) risco de orgasmo. Ela leva a mão à boca, chupa quatro dedos e passa três no cuzinho, olhando fixamente para mim, esfregando para cima e para baixo. Aproveitando que está ali, se ajeita um pouquinho e dá umas piscadas deliciosas. Feito isso, penetra o indicador devagarzinho depois tira. Penetra novamente. Logo leva à boca e chupa me olhando. Mal pisca. Morde os lábios. Morde a língua. Geme gostoso e mais alto do que o habitual. Fica passando em movimentos circulares, rodando o indicador nele. Volta a passar na danada super melada, então penetra dois com muito esforço e carinho — porque ela é bem apertadinha.
Puta merda, é hoje que eu morro de prazer!
Levantei-me da cama e fiquei balançando o garoto bem pertinho dela, sem dó nem piedade (como ela costuma fazer comigo). Estava tão bom que eu já queria gozar, mas fiquei alternando os movimentos para que isso não acontecesse já.
Era tão magnífico esse momento. Extremamente importante vê-la se deliciando e eu sendo agraciado com essa bênção. Surreal vê-la cheia de tesão. Quanta magia envolvida! Ela se tocando é tão lindo que é impossível descrever.
De repente ela tira as pernas do sofá e se ajeita. OK, ela quer se sentir bem e confortável, pensei. Ela me olhando com maldade, fiquei me tocando com apenas dois dedos, retribuindo o olhar, masturbando o pau devagar porque eu já queria gozar. Mas inesperadamente ela se joga em mim tentando abocanhar o danado enquanto eu, com a cabeça para trás, viajava de prazer. Foi quando senti sua boca tentando engoli-lo. E imediatamente me afastei.
“Ei, espertinha!” exclamei. “Hoje estamos de castigo.”
“Não seja mau, amor, me deixa chupar um pouquinho”, ela implorava. “Olha que delícia esse seu pau, todo lisinho”, ela dizia passando a mão nele enquanto a outra acariciava sua boneca.
“Se fosse para chupar eu já teria feito você gozar com essa linda boceta lisinha bem na minha frente e toda aberta do jeito que eu amo.”
“Poxa…”
“Judiação que fala, né? Então.”
“Você é muito ruim, sabia? Chato”, disse fazendo aquela cara triste.
“Estamos na mesma calçada, vida. Meu sonho era te chupar todinha!”
“Então chupa, delícia! Vem!” ela fala enquanto dá três tapas na bocetinha e olhando para ela, explorando-a com dois dedos, abrindo o caminho, todinha para mim. (Sabe aquela abertura divina? Então…)
Só para não ficarmos no zero a zero, ajoelhei, olhei para cima, dei uma lambida pincelando a danada, e depois a puxei um pouquinho para lamber seu delicioso cuzinho, ainda olhando para ela. Fiquei só passando a pontinha da língua, bem devagar, para nós dois sentirmos cada ação. Em seguida abocanhei sua boneca como nunca antes. Depois de ver sua reação, chupei com vontade, suguei bem, meticulosamente no centro dela, sentindo o gosto lá na alma, profundamente. Ela gemeu tão alto que agarrou meu cabelo e sufocou minha cabeça contra ela, assim gozando, tremendo demasiadamente, apoiando seus pés nas minhas costas e tentando de todas as formas possíveis me puxar para ela. (Ela estava tão excitada que se fosse possível me colocaria dentro dela, juro-te.)
“Gozou, amor?” debochei.
“Ai, sem palavras para você. Assim não vale, eu estava com muito tesão!”
“Mas não era só judiação? Não entendi”, continuei brincando.
“Cala a boca e me chupa, seu gostoso. Hahahah!”
Foi o que eu fiz. Afinal, quem sou eu para recusar chupar uma delícia de mulher? Não consigo.
* * *
Era Sábado, 13h.
Começando o final de semana com o pé direito, ela desbloqueou mais um nível saindo do banho e, toda nua e pós-depilada, super cheirosa, chegando no quarto me provocando enquanto eu assistia um documentário na Netflix sobre os eventos da Segunda Guerra Mundial.
“Está pronto, amor?” ela me perguntou dando tapas em sua majestosa boceta, me olhando e dando aquela esticada gostosa com três dedos na danada, sabe como? Fui na Lua e voltei! Os grandes lábios se juntando aos pequenos, virando um sanduíche de boceta suculento. Uma completa delícia!
Segundos depois ela sentou no sofazinho que temos no quarto e se acomodou. Abriu as pernas as apoiou nos braços do sofazinho, ficando toda aberta se tocando e me olhando.
Isto é inacreditável! OMG!
“Você não vem, amor? Vem cair de boca, vem”, ela começava o que seria uma grande judiação.
“Não sei se vale a pena”, falei com ar de deboche olhando para a televisão em vez de olhar para ela, “ainda estou pensando.”
Mas, obviamente, meu instrumento estava bem duro. Por que será, não é mesmo?
“Não pense muito porque posso mudar de idéia”, ela dizia enquanto se ocupava — sua ocupação era melar os dedos e passar na boneca, que da cama era possível ver que estava ficando molhadinha.
Suas gemidas começavam a ganhar forma, ficando mais intensas conforme ela se tocava. Seus dedos girando sobre um clitóris de dar água na boca. Sua xota suculenta me fez desligar a televisão e logo comecei a me tocar também.
“Você daí e eu daqui, OK? Não se aproxime”, ela disse querendo rir. “Continua que está gostoso. Eu saí do banho com um tesão que você nem imagina. Eu já vou gozar. Adoro te ver tocando nesse pau delicioso!”
Visando melhorar nosso momento, fiz totalmente o contrário, e fiquei nos pés da cama me masturbando bem na frente dela. Minha mão subia e descia na mesma frequência que a dela em sua boneca. Se ela acelerava eu fazia o mesmo; se desacelerava, me too (eu também). Estava muito bom. Então comecei a gemer também, por que não? E com isso ela endoidava mais.
Seu alto nível de prazer eleva o (nosso) risco de orgasmo. Ela leva a mão à boca, chupa quatro dedos e passa três no cuzinho, olhando fixamente para mim, esfregando para cima e para baixo. Aproveitando que está ali, se ajeita um pouquinho e dá umas piscadas deliciosas. Feito isso, penetra o indicador devagarzinho depois tira. Penetra novamente. Logo leva à boca e chupa me olhando. Mal pisca. Morde os lábios. Morde a língua. Geme gostoso e mais alto do que o habitual. Fica passando em movimentos circulares, rodando o indicador nele. Volta a passar na danada super melada, então penetra dois com muito esforço e carinho — porque ela é bem apertadinha.
Puta merda, é hoje que eu morro de prazer!
Levantei-me da cama e fiquei balançando o garoto bem pertinho dela, sem dó nem piedade (como ela costuma fazer comigo). Estava tão bom que eu já queria gozar, mas fiquei alternando os movimentos para que isso não acontecesse já.
Era tão magnífico esse momento. Extremamente importante vê-la se deliciando e eu sendo agraciado com essa bênção. Surreal vê-la cheia de tesão. Quanta magia envolvida! Ela se tocando é tão lindo que é impossível descrever.
De repente ela tira as pernas do sofá e se ajeita. OK, ela quer se sentir bem e confortável, pensei. Ela me olhando com maldade, fiquei me tocando com apenas dois dedos, retribuindo o olhar, masturbando o pau devagar porque eu já queria gozar. Mas inesperadamente ela se joga em mim tentando abocanhar o danado enquanto eu, com a cabeça para trás, viajava de prazer. Foi quando senti sua boca tentando engoli-lo. E imediatamente me afastei.
“Ei, espertinha!” exclamei. “Hoje estamos de castigo.”
“Não seja mau, amor, me deixa chupar um pouquinho”, ela implorava. “Olha que delícia esse seu pau, todo lisinho”, ela dizia passando a mão nele enquanto a outra acariciava sua boneca.
“Se fosse para chupar eu já teria feito você gozar com essa linda boceta lisinha bem na minha frente e toda aberta do jeito que eu amo.”
“Poxa…”
“Judiação que fala, né? Então.”
“Você é muito ruim, sabia? Chato”, disse fazendo aquela cara triste.
“Estamos na mesma calçada, vida. Meu sonho era te chupar todinha!”
“Então chupa, delícia! Vem!” ela fala enquanto dá três tapas na bocetinha e olhando para ela, explorando-a com dois dedos, abrindo o caminho, todinha para mim. (Sabe aquela abertura divina? Então…)
Só para não ficarmos no zero a zero, ajoelhei, olhei para cima, dei uma lambida pincelando a danada, e depois a puxei um pouquinho para lamber seu delicioso cuzinho, ainda olhando para ela. Fiquei só passando a pontinha da língua, bem devagar, para nós dois sentirmos cada ação. Em seguida abocanhei sua boneca como nunca antes. Depois de ver sua reação, chupei com vontade, suguei bem, meticulosamente no centro dela, sentindo o gosto lá na alma, profundamente. Ela gemeu tão alto que agarrou meu cabelo e sufocou minha cabeça contra ela, assim gozando, tremendo demasiadamente, apoiando seus pés nas minhas costas e tentando de todas as formas possíveis me puxar para ela. (Ela estava tão excitada que se fosse possível me colocaria dentro dela, juro-te.)
“Gozou, amor?” debochei.
“Ai, sem palavras para você. Assim não vale, eu estava com muito tesão!”
“Mas não era só judiação? Não entendi”, continuei brincando.
“Cala a boca e me chupa, seu gostoso. Hahahah!”
Foi o que eu fiz. Afinal, quem sou eu para recusar chupar uma delícia de mulher? Não consigo.
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