Nosso quarto está sempre pegando fogo, isso é indubitável. Mas essa noite em específico estava tudo diferente. Até ela estava diferente.
Como eu sempre chego mais cedo, fiz o que tinha para fazer, deitei na cama e fiquei assistindo uns vídeos de hip-hop antigo no YouTube. Quando ela chegou do trabalho, ainda com o uniforme, veio falar comigo, se jogou em cima de mim na cama e começou a me beijar intensamente, cheia de vontade. Me beijou gostoso, elevando assim a nossa temperatura corporal e a do ambiente. Se agarrou em mim e ficou roçando a perseguida no garoto, deixando-o com vontade. Minhas mãos foram automaticamente para sua cintura, fazendo com que ela se esfregasse mais nele. Tudo ficando uma maravilha.
“Quero ser vendada e amarrada”, ela me fala baixinho durante o beijo. “Sem mais nem menos, hoje eu quero ser mais sua do que eu já sou!”
Meu corpo estremeceu. Um tesão incrível me dominou. Ouvir isso foi o estopim.
“Seu pedido é uma ordem, deliciosa!”
Na mesma hora ela saiu e foi tomar banho, e eu fui preparando as coisas para o momento. Minha mente estava à milhão, você não tem noção. Passou mil coisas pela minha cabeça. Eu ainda estava incrédulo com o que eu acabara de ouvir. Foi gostoso, misterioso…
Quando ela voltou, estava usando um vestido preto que eu nunca vi antes. Aqui está uma mulher inigualável com um vestido provocante e coladinho, enaltecendo bem suas curvas e seu bumbum apetitoso. E os sei0s com os faróis acesos, mamilos durinhos, provando que estavam excitadinhos. Era uma mistura de absurdo com exagero. Caralho! O vestido marcava muito seu corpo. Eu fiquei babando quando vi. Meu pau despertou de uma maneira que até eu fiquei espantado. Meu interior ficou sem entender, só sentiu. Me subiu uma vontade louca. Se aconteceu antes eu não lembro, papo reto.
Com as coisas já na cama, ela reparou logo.
“Vai me vendar e me amarrar do jeito que eu gosto, amor? Vai chupar minha bocetinha, lamber meu cuzinho e me dar muito prazer? É só o que eu quero e preciso.”
“Palavras não podem descrever, minha delícia.”
“Estou exausta do trabalho, porém com muito tesão e cheia de vontade de dar para você e depois dormir agarradinha após ser dominada. Estou ansiosa.”
Estávamos em pé. Ela se jogou na cama, arreganhou as pernas, deu tapas na bocetinha e ficou me chamando. Me provocou como eu nunca vi antes. Parecia tudo inédito, sem neurose. Bagulho doido. Muito surreal.
“Olha quem te quer, olha”, ela ficou falando com as pernas extremamente abertas e e a danada esticada, com os dedos abrindo bastante, me provocando no nível mais alto que pode existir. Melou os dedos na boca e ficou se tocando, acariciando o clitóris como se não houvesse amanhã, provando que estava mesmo com muito tesão.
“Olha como ela é linda, amor”, ficou falando enquanto dedilhava com muito gosto. Penetrou dois dedos e ficou metendo, botando e tirando e olhando para a minha cara. E deu umas chupadinhas também. Tudo isso me olhando, você acredita? Pois é.
Tirei o short e fui para cima dela. Com meu corpo sobre o dela peguei no garoto e meti nela, e durante uns minutos fiquei socando rápido e forte, fazendo com que ela gemesse alto o suficiente para o vizinho bater na parede para reclamar. [Risos] Ela botou a mão na boca para abafar as gemidas mas parecia não dar jeito. O vizinho bateu de novo. A gente fodia e ria, era engraçado até. E eu juro que eu já estava perto de gozar quando tirei. Como assim?, pensei. Eu não ia mesmo estragar a festa!
Saí de cima e ela foi se ajeitando, tirando o bendito vestido preto. Peguei em seus braços e ela ficou me olhando, relaxada deixando eu agir. Eu por cima, prendendo-a, e ela beijando meu peitoral e arranhando minha barriga com a outra mão que ainda estava livre. Estava bom. Senti cócegas. Umas cócegas gostosas que até me fazem rir. Então prendi as duas. Faltava prender as pernas. Desci beijando seu corpo e olhando para ela. Beijei tudinho até os pés. Uma delícia. Mas nos pés eu não usei algemas, e sim uma cordinha aveludada que eu já tinha e pronto, amarrei o suficiente para que ela não se soltasse, deixando um pouco frouxo. Ela ficou me olhando, assim como os seios e sua boceta faminta.
Próximo passo era pegar a venda perto de seus pés. Quando fiz, aproveitei para ir subindo beijando suas pernas, deslizando o nariz, sentindo o cheirinho do hidratante que ela costuma passar nessa pele macia. Desviei o olhar que estava focado na bocetinha para seus olhos. Ela já estava quase entregue, de olhos fechados e jogando a cabeça para os lados, tipo incrédula com tudo isso. Subi mais um pouco beijando sua pele, dando lambidas fortes na região da virilha, instigando firme. Alternava com beijinhos e lambidas mais suaves só com a ponta da língua. Ela levantava a cabeça para me olhar mas não aguentava e a apoiava de novo no travesseiro. Eu estava me divertindo. Curtindo muito essa experiência.
Fechei os olhos e chupei a bocetinha. Durante uns cinco segundos mais ou menos fiquei sugando-a, dando aquele trato que eu sei que ela perde a postura quando eu faço. Logo abri os olhos e fui subindo pela barriga, beijando enquanto ela se contraía e ria, me pedindo para eu não fazer isso porque lhe causava cócegas.
“Não estou fazendo nada, amor.”
“Está me fazendo cócegas. Isso é covardia, cara!” ela exclamava querendo rir.
“Ah, que nada”, eu falava enquanto provocava, beijando e causando ainda mais cócegas nessa barriguinha linda. A gente se divertia. Fui mesmo muito sacana. Hahaha!
Enfim, parei de enrolar e pus a venda nela. E quando terminei de dar o nó me deitei do seu lado.
“O que você está fazendo?” ela me perguntou.
“Eu? Nada”, respondi dando uma de desentendido, como se eu não fosse fazer mais nada.
Ela estava agoniada, cheia de tesão e querendo se soltar.
Me cheguei mais para perto. Colei meu corpo no dela. Deitado do lado esquerdo de seu corpo levei a mão esquerda aos seios e fiquei passando entre os dois, deslizando até o umbigo e subindo, acariciando seu corpo.
“Já falei que você é uma delícia hoje?”
“Não que eu me lembre.”
“Pois então saiba que você é uma delícia e eu só quero você!”
“Gostoso!”
“Imagina eu chupando essa sua bocetinha furiosa, a mesma que estava me provocando agorinha há pouco, se achando a tal? Pensa nos meus lábios encontrando os dela, se esfregando de um lado para o outro, cheios de intimidade.”
“Continua, seu filho da puta gostoso!”
Em vez de falar resolvo agir. Fico mamando um seio enquanto a outra mão acaricia o outro. Passo a palma da mão no mamilo, girando com precisão, delirando com tamanha gostosura. Uma incrível delícia chupar um seio e apertar o outro, dando a ela o prazer que quase não dou nos seios. Brinco e me divirto neles. Lambendo calmamente. Proporcionando o real prazer para ambos. Acariciando e chupando ao mesmo tempo. Um frenesi para lá de extraordinário. Nos conectando ainda mais. Vou chupando e soltando, dando prazer e provocando em simultâneo.
“Chupa minha boceta logo, cara, porra!” ela ordena. “Eu acho que vou gozar tão rápido como nunca antes. Você não entende o quanto eu estou com vontade de você hoje!”
Conforme ela faz suas confissões eu me dedico para isso acontecer. Desço beijando e lambendo ao mesmo tempo, e chegando na boneca eu dou uma lambida pegando de baixo para cima e subo de novo para sussurrar coisas em seus ouvidos. Falo umas gracinhas e chup0 mais um pouco os sei0s. Agora do outro lado do seu corpo, levo a mão direita à perseguida e começo a acariciá-la.
Durante uns minutos chupo um seio enquanto lá em baixo meus dedos dominam a delícia. Vou lambendo e sentindo o gostinho ao mesmo tempo. Elevando o nível.
“Me beija, amor?” ela pede.
Eu faço.
Chup0 mais um pouquinho o seio e subo. Me ajeito. Roço o nariz em seu pescoço, delirando com seu cheiro. Encosto o nariz no dela e fico passando de um lado para o outro. Dou um selinho. Mordo seu lábio inferior. Me ajeito de novo, dessa vez para botar nela. Fico entre suas pernas e começamos a nos beijar. A mão que estava em sua danada eu pego no instrumento e fico passando nela, tirando sua paz. Boto nela e tiro. Boto e tiro. Deixo fora por uns segundos enquanto a gente se beija. Volto a entrar em você. Me movimento para frente e para trás. Faço da sua boceta o parque de diversão do meu garoto. Escorrega fácil. Ela molhada assim deixa tudo mais fácil, sem dúvidas.
Apoio minha mão direita em sua cintura, apertando um pouco. Subo pela lateral do seu corpo. Aperto o sei0 esquerdo. A gente se beija e geme ao mesmo tempo.
“Eu amo te f0der, sabia?” falo entre o beijo.
“Ai, que gostoso! Sei sim. Me fode mais forte, vai!”
Fodo. Soco com vontade. O beijo se desfaz porque ela geme mais. Me pede mais. Diz que está muito gostoso. Não paro de querer beijá-la, sentir sua saliva de encontro com a minha. A gente volta a se beijar. Ela fica maluca sendo dominada por mim e sem poder ver nada. Nosso beijo vai se intensificando. Meu peitoral nesses mamilos roçando em mim me dão muito tesão. O beijo molhado nos conecta cada vez mais. Nossas línguas se perdem e se encontram ao mesmo tempo. Se deliciam entre elas. Se embolam. Nossa respiração já não é mais a mesma faz tempo. Sigo socando com uma intensidade menor, com o pau completamente molhado dessa b0ceta gulosa.
“Amor, vou goz4r.”
“Não se não for na minha boca.”
“Então cai de boca logo porque eu já estou prestes a explodir.”
Imediatamente tirei o boneco e sem cerimônia me ajeitei para sentir seu mel. Meti dois dedos nela, fiquei fazendo vai-e-vem enquanto a língua fazia seu trabalho no clitóris. Passando só a pontinha já era o suficiente para ela ficar inquieta, não conseguindo ficar parada na cama enquanto eu agia.
Alternando entre lambidas e chupadas, tirei os dedos e voltei a penetrar só o do meio, acariciando internamente a boneca, estimulando gostoso. Minha boca trabalhando junto do meu dedo era o fogo e a gasolina que ardia dentro de nós, fazendo com que ela gozasse mais uma vez com muito êxito na minha boca. Ela tremia as pernas e gozava como nunca antes, falando sério. E como eu sei que a perseguida fica sensível, deixei seu melado escorrer entre os detalhes perfeitamente bem feitos pela natureza divina e só depois voltei a lamber. Fazendo jus ao nosso prazer, dando a essa boceta o que ela merece de melhor, lambi subindo e descendo, deixando o calor dela se conectar com o da danada, botando a pontinha na fonte onde saiu o melado, tentando pegar tudo. Eu mal sentia a língua, porque ela deslizava tão suavemente sobre sua danada.
Coitada, ela já estava fora de si. Vedada e amarrada, ainda molhada e relaxada.
Desfiz tudo e ela me puxou para me dar um selinho forte, com as mãos nas minhas costas pressionando meu corpo no dela.
“Você me faz muito feliz! Eu te amo!” ela exclamou com lágrimas nos olhos. Eu não podia acreditar no que eu estava vendo. Eu não sabia como reagir.
“Sem palavras, vida. Eu sou louco por você! Obrigado!”
Como eu sempre chego mais cedo, fiz o que tinha para fazer, deitei na cama e fiquei assistindo uns vídeos de hip-hop antigo no YouTube. Quando ela chegou do trabalho, ainda com o uniforme, veio falar comigo, se jogou em cima de mim na cama e começou a me beijar intensamente, cheia de vontade. Me beijou gostoso, elevando assim a nossa temperatura corporal e a do ambiente. Se agarrou em mim e ficou roçando a perseguida no garoto, deixando-o com vontade. Minhas mãos foram automaticamente para sua cintura, fazendo com que ela se esfregasse mais nele. Tudo ficando uma maravilha.
“Quero ser vendada e amarrada”, ela me fala baixinho durante o beijo. “Sem mais nem menos, hoje eu quero ser mais sua do que eu já sou!”
Meu corpo estremeceu. Um tesão incrível me dominou. Ouvir isso foi o estopim.
“Seu pedido é uma ordem, deliciosa!”
Na mesma hora ela saiu e foi tomar banho, e eu fui preparando as coisas para o momento. Minha mente estava à milhão, você não tem noção. Passou mil coisas pela minha cabeça. Eu ainda estava incrédulo com o que eu acabara de ouvir. Foi gostoso, misterioso…
Quando ela voltou, estava usando um vestido preto que eu nunca vi antes. Aqui está uma mulher inigualável com um vestido provocante e coladinho, enaltecendo bem suas curvas e seu bumbum apetitoso. E os sei0s com os faróis acesos, mamilos durinhos, provando que estavam excitadinhos. Era uma mistura de absurdo com exagero. Caralho! O vestido marcava muito seu corpo. Eu fiquei babando quando vi. Meu pau despertou de uma maneira que até eu fiquei espantado. Meu interior ficou sem entender, só sentiu. Me subiu uma vontade louca. Se aconteceu antes eu não lembro, papo reto.
Com as coisas já na cama, ela reparou logo.
“Vai me vendar e me amarrar do jeito que eu gosto, amor? Vai chupar minha bocetinha, lamber meu cuzinho e me dar muito prazer? É só o que eu quero e preciso.”
“Palavras não podem descrever, minha delícia.”
“Estou exausta do trabalho, porém com muito tesão e cheia de vontade de dar para você e depois dormir agarradinha após ser dominada. Estou ansiosa.”
Estávamos em pé. Ela se jogou na cama, arreganhou as pernas, deu tapas na bocetinha e ficou me chamando. Me provocou como eu nunca vi antes. Parecia tudo inédito, sem neurose. Bagulho doido. Muito surreal.
“Olha quem te quer, olha”, ela ficou falando com as pernas extremamente abertas e e a danada esticada, com os dedos abrindo bastante, me provocando no nível mais alto que pode existir. Melou os dedos na boca e ficou se tocando, acariciando o clitóris como se não houvesse amanhã, provando que estava mesmo com muito tesão.
“Olha como ela é linda, amor”, ficou falando enquanto dedilhava com muito gosto. Penetrou dois dedos e ficou metendo, botando e tirando e olhando para a minha cara. E deu umas chupadinhas também. Tudo isso me olhando, você acredita? Pois é.
Tirei o short e fui para cima dela. Com meu corpo sobre o dela peguei no garoto e meti nela, e durante uns minutos fiquei socando rápido e forte, fazendo com que ela gemesse alto o suficiente para o vizinho bater na parede para reclamar. [Risos] Ela botou a mão na boca para abafar as gemidas mas parecia não dar jeito. O vizinho bateu de novo. A gente fodia e ria, era engraçado até. E eu juro que eu já estava perto de gozar quando tirei. Como assim?, pensei. Eu não ia mesmo estragar a festa!
Saí de cima e ela foi se ajeitando, tirando o bendito vestido preto. Peguei em seus braços e ela ficou me olhando, relaxada deixando eu agir. Eu por cima, prendendo-a, e ela beijando meu peitoral e arranhando minha barriga com a outra mão que ainda estava livre. Estava bom. Senti cócegas. Umas cócegas gostosas que até me fazem rir. Então prendi as duas. Faltava prender as pernas. Desci beijando seu corpo e olhando para ela. Beijei tudinho até os pés. Uma delícia. Mas nos pés eu não usei algemas, e sim uma cordinha aveludada que eu já tinha e pronto, amarrei o suficiente para que ela não se soltasse, deixando um pouco frouxo. Ela ficou me olhando, assim como os seios e sua boceta faminta.
Próximo passo era pegar a venda perto de seus pés. Quando fiz, aproveitei para ir subindo beijando suas pernas, deslizando o nariz, sentindo o cheirinho do hidratante que ela costuma passar nessa pele macia. Desviei o olhar que estava focado na bocetinha para seus olhos. Ela já estava quase entregue, de olhos fechados e jogando a cabeça para os lados, tipo incrédula com tudo isso. Subi mais um pouco beijando sua pele, dando lambidas fortes na região da virilha, instigando firme. Alternava com beijinhos e lambidas mais suaves só com a ponta da língua. Ela levantava a cabeça para me olhar mas não aguentava e a apoiava de novo no travesseiro. Eu estava me divertindo. Curtindo muito essa experiência.
Fechei os olhos e chupei a bocetinha. Durante uns cinco segundos mais ou menos fiquei sugando-a, dando aquele trato que eu sei que ela perde a postura quando eu faço. Logo abri os olhos e fui subindo pela barriga, beijando enquanto ela se contraía e ria, me pedindo para eu não fazer isso porque lhe causava cócegas.
“Não estou fazendo nada, amor.”
“Está me fazendo cócegas. Isso é covardia, cara!” ela exclamava querendo rir.
“Ah, que nada”, eu falava enquanto provocava, beijando e causando ainda mais cócegas nessa barriguinha linda. A gente se divertia. Fui mesmo muito sacana. Hahaha!
Enfim, parei de enrolar e pus a venda nela. E quando terminei de dar o nó me deitei do seu lado.
“O que você está fazendo?” ela me perguntou.
“Eu? Nada”, respondi dando uma de desentendido, como se eu não fosse fazer mais nada.
Ela estava agoniada, cheia de tesão e querendo se soltar.
Me cheguei mais para perto. Colei meu corpo no dela. Deitado do lado esquerdo de seu corpo levei a mão esquerda aos seios e fiquei passando entre os dois, deslizando até o umbigo e subindo, acariciando seu corpo.
“Já falei que você é uma delícia hoje?”
“Não que eu me lembre.”
“Pois então saiba que você é uma delícia e eu só quero você!”
“Gostoso!”
“Imagina eu chupando essa sua bocetinha furiosa, a mesma que estava me provocando agorinha há pouco, se achando a tal? Pensa nos meus lábios encontrando os dela, se esfregando de um lado para o outro, cheios de intimidade.”
“Continua, seu filho da puta gostoso!”
Em vez de falar resolvo agir. Fico mamando um seio enquanto a outra mão acaricia o outro. Passo a palma da mão no mamilo, girando com precisão, delirando com tamanha gostosura. Uma incrível delícia chupar um seio e apertar o outro, dando a ela o prazer que quase não dou nos seios. Brinco e me divirto neles. Lambendo calmamente. Proporcionando o real prazer para ambos. Acariciando e chupando ao mesmo tempo. Um frenesi para lá de extraordinário. Nos conectando ainda mais. Vou chupando e soltando, dando prazer e provocando em simultâneo.
“Chupa minha boceta logo, cara, porra!” ela ordena. “Eu acho que vou gozar tão rápido como nunca antes. Você não entende o quanto eu estou com vontade de você hoje!”
Conforme ela faz suas confissões eu me dedico para isso acontecer. Desço beijando e lambendo ao mesmo tempo, e chegando na boneca eu dou uma lambida pegando de baixo para cima e subo de novo para sussurrar coisas em seus ouvidos. Falo umas gracinhas e chup0 mais um pouco os sei0s. Agora do outro lado do seu corpo, levo a mão direita à perseguida e começo a acariciá-la.
Durante uns minutos chupo um seio enquanto lá em baixo meus dedos dominam a delícia. Vou lambendo e sentindo o gostinho ao mesmo tempo. Elevando o nível.
“Me beija, amor?” ela pede.
Eu faço.
Chup0 mais um pouquinho o seio e subo. Me ajeito. Roço o nariz em seu pescoço, delirando com seu cheiro. Encosto o nariz no dela e fico passando de um lado para o outro. Dou um selinho. Mordo seu lábio inferior. Me ajeito de novo, dessa vez para botar nela. Fico entre suas pernas e começamos a nos beijar. A mão que estava em sua danada eu pego no instrumento e fico passando nela, tirando sua paz. Boto nela e tiro. Boto e tiro. Deixo fora por uns segundos enquanto a gente se beija. Volto a entrar em você. Me movimento para frente e para trás. Faço da sua boceta o parque de diversão do meu garoto. Escorrega fácil. Ela molhada assim deixa tudo mais fácil, sem dúvidas.
Apoio minha mão direita em sua cintura, apertando um pouco. Subo pela lateral do seu corpo. Aperto o sei0 esquerdo. A gente se beija e geme ao mesmo tempo.
“Eu amo te f0der, sabia?” falo entre o beijo.
“Ai, que gostoso! Sei sim. Me fode mais forte, vai!”
Fodo. Soco com vontade. O beijo se desfaz porque ela geme mais. Me pede mais. Diz que está muito gostoso. Não paro de querer beijá-la, sentir sua saliva de encontro com a minha. A gente volta a se beijar. Ela fica maluca sendo dominada por mim e sem poder ver nada. Nosso beijo vai se intensificando. Meu peitoral nesses mamilos roçando em mim me dão muito tesão. O beijo molhado nos conecta cada vez mais. Nossas línguas se perdem e se encontram ao mesmo tempo. Se deliciam entre elas. Se embolam. Nossa respiração já não é mais a mesma faz tempo. Sigo socando com uma intensidade menor, com o pau completamente molhado dessa b0ceta gulosa.
“Amor, vou goz4r.”
“Não se não for na minha boca.”
“Então cai de boca logo porque eu já estou prestes a explodir.”
Imediatamente tirei o boneco e sem cerimônia me ajeitei para sentir seu mel. Meti dois dedos nela, fiquei fazendo vai-e-vem enquanto a língua fazia seu trabalho no clitóris. Passando só a pontinha já era o suficiente para ela ficar inquieta, não conseguindo ficar parada na cama enquanto eu agia.
Alternando entre lambidas e chupadas, tirei os dedos e voltei a penetrar só o do meio, acariciando internamente a boneca, estimulando gostoso. Minha boca trabalhando junto do meu dedo era o fogo e a gasolina que ardia dentro de nós, fazendo com que ela gozasse mais uma vez com muito êxito na minha boca. Ela tremia as pernas e gozava como nunca antes, falando sério. E como eu sei que a perseguida fica sensível, deixei seu melado escorrer entre os detalhes perfeitamente bem feitos pela natureza divina e só depois voltei a lamber. Fazendo jus ao nosso prazer, dando a essa boceta o que ela merece de melhor, lambi subindo e descendo, deixando o calor dela se conectar com o da danada, botando a pontinha na fonte onde saiu o melado, tentando pegar tudo. Eu mal sentia a língua, porque ela deslizava tão suavemente sobre sua danada.
Coitada, ela já estava fora de si. Vedada e amarrada, ainda molhada e relaxada.
Desfiz tudo e ela me puxou para me dar um selinho forte, com as mãos nas minhas costas pressionando meu corpo no dela.
“Você me faz muito feliz! Eu te amo!” ela exclamou com lágrimas nos olhos. Eu não podia acreditar no que eu estava vendo. Eu não sabia como reagir.
“Sem palavras, vida. Eu sou louco por você! Obrigado!”
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