Depois de um dia de trabalho cansativo, cheguei em casa, lavei as mãos e fiz um misto-quente para não ir dormir tão cheio. Mas senti um vazio. Eu ainda não tinha visto minha Mulher-Maravilha.
Amor?
Nenhum sinal dela.
Amorzinho? Minha delícia, cadê você?
Nada. Sem retorno.
Bom, pela hora ela já deve ter ido dormir e não aguentou me esperar acordada.
Logo fui escovar os dentes e tomar um banho quente, porque o inverno aqui na Europa é nojento — e até mesmo no verão fica difícil tomar banho gelado como eu costumava fazer lá no Rio de Janeiro.
De banho tomado fui para o quarto para me vestir e terminar de me ajeitar. Quando fui me aproximando comecei a ouvir uma voz. Diminuí os passos e, chegando na porta, me deparo com gemidas de baixa intensidade, num tom bem gostoso de se apreciar. Instantaneamente meu pau despertou. Mas tipo assim, sabe quando acontece mais rápido do que o cérebro pode raciocinar? Você não está entendendo. Voltei para o banheiro para não fazer barulho ali e tirei a cueca. Vesti a calça de novo e voltei para perto do quarto bem lentamente. Fiquei ali por uns segundos. E agora, o que eu faço?
Eu estava sem reação. Não sabia se entrava até ela parar ou o quê.
Quer saber, pensei, preciso entrar. Quero deitar e ficar coladinho com minha delícia.
Fazendo pouco barulho mas o suficiente para ela entender que eu estava prestes a entrar no quarto, fui chegando. Não demorou muito ela parou. As gemidas silenciaram. Então quando acendo a luz, a vejo na cama apenas com uma camisa minha, sem cobertor e completamente nua por baixo, com seu belíssimo rabo e sua encantável bocetinha totalmente à vista. Os grandes lábios inchados. Coisa linda! Fiquei paralisado. Essa mulher está querendo me matar, só pode.
Então ela quer jogar sujo? OK.
Provavelmente, do jeito que ela é safada, armou isso tudo totalmente de propósito. [Risos] Ela sabe o marido que tem, que fode essa bocetinha e proporciona o melhor para ela.
Apaguei a luz e acendi o abajur. O cheiro dela exalava na cama. Hummm… puta que pariu, que delícia! Essa mulher sabe me agradar! Não tem outra igual no mundo!
Me deitei com prazer do lado dessa delicinha me esperando para ser bem tratada como só eu sei fazer. Obviamente, meu lado da cama estava gelado. Senti na hora. Minhas mão também estavam um pouco. Como eu poderia tocar nela sem assustá-la? Porque ela já está bem quente, não resta dúvidas.
Ela estava de ladinho, seu corpo dizendo “me pega de jeito”. Era mesmo a imagem do paraíso (senão melhor).
Encostei meu corpo no dela; aproximei minha boca do seu ouvido.
“Boa noite, minha gostosa”, falei baixinho quase sussurrando.
Ela se mexeu. Virou-se um pouquinho para mim.
“Oi, meu gostoso. Fiquei assistindo televisão até agorinha mas você não chegava, então resolvi deitar.”
“Pois é, eu tive que passar no posto para calibrar os pneus e abastecer e estava uma fila para abastecer, então acabei chegando um pouquinho depois né” falei. “Mas desculpa se te acordei.”
“Amanhã é minha folga, vou ter o dia inteiro para descansar se eu quiser. Não tem problema. Não me acordou.”
“Em contrapartida, vendo você desse jeito eu iria te acordar até mesmo se você fosse trabalhar amanhã às 4h da madrugada, sem brincadeira.”
“É, mô? Gostou?” ela perguntou com ar de deboche.
“Ê laiá…”
“Não estou com esse frio todo que você está sentindo, então resolvi deitar de um jeito não tão habitual” disse enquanto mordia o lábio inferior.
Em sequência se virou mais um pouquinho e me deu um beijo de língua super gostoso, daqueles que não acontece com frequência. (Mesmo quando a gente ama, algumas coisas acontecem quando devem acontecer, e quando não acontecem não significa que acabou o encanto ou algo do tipo.) E o beijo foi quente. Eita!
Pensei que seria um beijo rápido mas acabamos nos beijando por um tempinho e ela logo se chegou mais para mim. Foi se chegando. Se chegando. Não aguentei e fui acariciando seus seios por cima da camisa. Seus seios com os mamilos de faróis acesos. Ela toda interessada pegou na minha mão e levou até sua flor, que estava incrivelmente melada. Mas tipo assim, melada mesmo!
Ela parou o beijo para falar.
“Olha quem estava te esperando”, disse.
Ela então começou a gemer bem no pé do meu ouvido. Minha mão passava pela sua bocetinha e cada vez mais ela delirava. E roçava nos meus dedos. Rebolava neles. Me dizia para não parar. Que antes da minha chegada ela já estava se tocando pensando em nós.
Decidi então mudar a forma de satisfação e comecei apenas a passar a cabeça do meu pau nela, fingindo penetração. Escorregava demais. Eu pegava nele e estava quente, latejando. Pulsava. Louco por essa delícia de mulher.
Logo afastei-me e comecei a passar três dedos nos grandes lábios. Posicionei-a mais de ladinho e dei continuidade. Ela estava fora de órbita. Muito tesão. Muito babada.
“Ai, amor, eu vou gozar. Uhhh! Continua!”
Meus dedos acariciando sua flor a deixava louca na mesma. Então mudei o rumo mais um pouco e foquei no clitóris. Dois dedos faziam o serviço tão bem feito que ela se apertava, gemia, puxava meus cabelos; me beijava, me mordia, me arranhava. Safada. Cachorra. Eu sei que ela ama me sentir.
De repente, ela com os dedos no meu cabelo vai me empurrando para baixo. Fez duas vezes, na terceira eu já imaginava.
Me ajeitei e voei de boca na bocetinha dela. Dei a primeira lambida pressionando de baixo para cima, parando no clitóris. Ali fiquei passando a ponta da língua e penetrando dois dedos nela, cujos escorregavam bastante. Então eu chupava, penetrava dois dedos e me deliciava. Era surreal. Fazia tempo que eu não a via assim desse jeito.
Chupando com intensidade ela me tirou dali de novo.
“Mete seu pau! Mete! METE ESSE PAU GOSTOSO DENTRO DE MIM!” ela ordenava.
Então eu fiz. Deitei meu corpo sobre o dela e iniciei um beijo de língua bem gostoso. Nem precisei botar a mão nele para ele entrar nela. Então lá estava ele, socando firme nessa xota viciante. Duro como uma barra de ferro. Fazendo com que ela me apertasse forte. Gemia mais alto. (Era quase meia-noite, eu não queria fazer barulho.)
No entanto, uns três minutos depois, mais uma vez ela gozou e relaxou horrores.
Mas quando pensei que tinha acabado, fui tirando meu instrumento de dentro dela e ela se inclinou para me chup4r, acredita? Pegou nele com vontade e começou a me masturbar rapidinho.
Me deitou e consequentemente abocanhou o garoto sem leme, foi devorando. Chupava com tanta vontade que se engasgava frequentemente. Se acabava nele. E sem que eu avisasse gozei também, fazendo com que ela massageasse minhas bolas e pressionasse para que ela pudesse mamar melhor.
Eita noite quente de inverno! Que venham as próximas!
Amor?
Nenhum sinal dela.
Amorzinho? Minha delícia, cadê você?
Nada. Sem retorno.
Bom, pela hora ela já deve ter ido dormir e não aguentou me esperar acordada.
Logo fui escovar os dentes e tomar um banho quente, porque o inverno aqui na Europa é nojento — e até mesmo no verão fica difícil tomar banho gelado como eu costumava fazer lá no Rio de Janeiro.
De banho tomado fui para o quarto para me vestir e terminar de me ajeitar. Quando fui me aproximando comecei a ouvir uma voz. Diminuí os passos e, chegando na porta, me deparo com gemidas de baixa intensidade, num tom bem gostoso de se apreciar. Instantaneamente meu pau despertou. Mas tipo assim, sabe quando acontece mais rápido do que o cérebro pode raciocinar? Você não está entendendo. Voltei para o banheiro para não fazer barulho ali e tirei a cueca. Vesti a calça de novo e voltei para perto do quarto bem lentamente. Fiquei ali por uns segundos. E agora, o que eu faço?
Eu estava sem reação. Não sabia se entrava até ela parar ou o quê.
Quer saber, pensei, preciso entrar. Quero deitar e ficar coladinho com minha delícia.
Fazendo pouco barulho mas o suficiente para ela entender que eu estava prestes a entrar no quarto, fui chegando. Não demorou muito ela parou. As gemidas silenciaram. Então quando acendo a luz, a vejo na cama apenas com uma camisa minha, sem cobertor e completamente nua por baixo, com seu belíssimo rabo e sua encantável bocetinha totalmente à vista. Os grandes lábios inchados. Coisa linda! Fiquei paralisado. Essa mulher está querendo me matar, só pode.
Então ela quer jogar sujo? OK.
Provavelmente, do jeito que ela é safada, armou isso tudo totalmente de propósito. [Risos] Ela sabe o marido que tem, que fode essa bocetinha e proporciona o melhor para ela.
Apaguei a luz e acendi o abajur. O cheiro dela exalava na cama. Hummm… puta que pariu, que delícia! Essa mulher sabe me agradar! Não tem outra igual no mundo!
Me deitei com prazer do lado dessa delicinha me esperando para ser bem tratada como só eu sei fazer. Obviamente, meu lado da cama estava gelado. Senti na hora. Minhas mão também estavam um pouco. Como eu poderia tocar nela sem assustá-la? Porque ela já está bem quente, não resta dúvidas.
Ela estava de ladinho, seu corpo dizendo “me pega de jeito”. Era mesmo a imagem do paraíso (senão melhor).
Encostei meu corpo no dela; aproximei minha boca do seu ouvido.
“Boa noite, minha gostosa”, falei baixinho quase sussurrando.
Ela se mexeu. Virou-se um pouquinho para mim.
“Oi, meu gostoso. Fiquei assistindo televisão até agorinha mas você não chegava, então resolvi deitar.”
“Pois é, eu tive que passar no posto para calibrar os pneus e abastecer e estava uma fila para abastecer, então acabei chegando um pouquinho depois né” falei. “Mas desculpa se te acordei.”
“Amanhã é minha folga, vou ter o dia inteiro para descansar se eu quiser. Não tem problema. Não me acordou.”
“Em contrapartida, vendo você desse jeito eu iria te acordar até mesmo se você fosse trabalhar amanhã às 4h da madrugada, sem brincadeira.”
“É, mô? Gostou?” ela perguntou com ar de deboche.
“Ê laiá…”
“Não estou com esse frio todo que você está sentindo, então resolvi deitar de um jeito não tão habitual” disse enquanto mordia o lábio inferior.
Em sequência se virou mais um pouquinho e me deu um beijo de língua super gostoso, daqueles que não acontece com frequência. (Mesmo quando a gente ama, algumas coisas acontecem quando devem acontecer, e quando não acontecem não significa que acabou o encanto ou algo do tipo.) E o beijo foi quente. Eita!
Pensei que seria um beijo rápido mas acabamos nos beijando por um tempinho e ela logo se chegou mais para mim. Foi se chegando. Se chegando. Não aguentei e fui acariciando seus seios por cima da camisa. Seus seios com os mamilos de faróis acesos. Ela toda interessada pegou na minha mão e levou até sua flor, que estava incrivelmente melada. Mas tipo assim, melada mesmo!
Ela parou o beijo para falar.
“Olha quem estava te esperando”, disse.
Ela então começou a gemer bem no pé do meu ouvido. Minha mão passava pela sua bocetinha e cada vez mais ela delirava. E roçava nos meus dedos. Rebolava neles. Me dizia para não parar. Que antes da minha chegada ela já estava se tocando pensando em nós.
Decidi então mudar a forma de satisfação e comecei apenas a passar a cabeça do meu pau nela, fingindo penetração. Escorregava demais. Eu pegava nele e estava quente, latejando. Pulsava. Louco por essa delícia de mulher.
Logo afastei-me e comecei a passar três dedos nos grandes lábios. Posicionei-a mais de ladinho e dei continuidade. Ela estava fora de órbita. Muito tesão. Muito babada.
“Ai, amor, eu vou gozar. Uhhh! Continua!”
Meus dedos acariciando sua flor a deixava louca na mesma. Então mudei o rumo mais um pouco e foquei no clitóris. Dois dedos faziam o serviço tão bem feito que ela se apertava, gemia, puxava meus cabelos; me beijava, me mordia, me arranhava. Safada. Cachorra. Eu sei que ela ama me sentir.
De repente, ela com os dedos no meu cabelo vai me empurrando para baixo. Fez duas vezes, na terceira eu já imaginava.
Me ajeitei e voei de boca na bocetinha dela. Dei a primeira lambida pressionando de baixo para cima, parando no clitóris. Ali fiquei passando a ponta da língua e penetrando dois dedos nela, cujos escorregavam bastante. Então eu chupava, penetrava dois dedos e me deliciava. Era surreal. Fazia tempo que eu não a via assim desse jeito.
Chupando com intensidade ela me tirou dali de novo.
“Mete seu pau! Mete! METE ESSE PAU GOSTOSO DENTRO DE MIM!” ela ordenava.
Então eu fiz. Deitei meu corpo sobre o dela e iniciei um beijo de língua bem gostoso. Nem precisei botar a mão nele para ele entrar nela. Então lá estava ele, socando firme nessa xota viciante. Duro como uma barra de ferro. Fazendo com que ela me apertasse forte. Gemia mais alto. (Era quase meia-noite, eu não queria fazer barulho.)
No entanto, uns três minutos depois, mais uma vez ela gozou e relaxou horrores.
Mas quando pensei que tinha acabado, fui tirando meu instrumento de dentro dela e ela se inclinou para me chup4r, acredita? Pegou nele com vontade e começou a me masturbar rapidinho.
Me deitou e consequentemente abocanhou o garoto sem leme, foi devorando. Chupava com tanta vontade que se engasgava frequentemente. Se acabava nele. E sem que eu avisasse gozei também, fazendo com que ela massageasse minhas bolas e pressionasse para que ela pudesse mamar melhor.
Eita noite quente de inverno! Que venham as próximas!
Comentários
Postar um comentário