Ultimamente venho sentindo muita dor nas costas e um cansaço mental não habitual, então resolvi dar um jeito nisso procurando uma massagista, e me lembrei dessa mulher aqui no centro da cidade que minha tia me indicou uma vez.
“Vai lá na Raquel que ela é muito boa e vai te ajudar, aposto”, ela me disse uma vez. (Eu só não sabia que Raquel iria me ajudar tanto. Hahaha!)
Liguei de manhã e marcamos para o último horário. Pronto.
Arrumei a casa, fiz comida, tomei banho e depois fiquei deitado relaxando as costas esperando dar a hora. Mas cometi um erro um pouco grave, diga-se de passagem: fiquei lendo meus contos antes de ir no consultório dela. Fiquei com muita vontade de tocar uma mas deixei para fazer na volta devido ao horário. E quando cheguei lá, por incrível que pareça, cheguei de pau duro. Tentei esconder mas não deu, e assim que nos cumprimentamos, reparei que ela olhou para baixo e notou o volume no meu short.
Que vergonha, puta que pariu, pensei.
“Olá, boa tarde. Tudo bem?” ela perguntou sorridente e educada.
“Boa tarde, querida. Estou ótimo, obrigado. E você?”
“Cansada mas estou bem. Vou atender você e sumir para minha casa”, falou dando uma risadinha. “Só quero um banho quente e relaxar na minha cama.”
Senti que ela mudou o tom da voz quando falou “só quero um banho quente” e olhou direto para mim, tipo uma águia determinada em busca da caça. Profundo!
“Ah, pois é. Depois de um dia de trabalho isso é tudo que a gente precisa, sem dúvidas”, falei olhando discretamente para seus sei0s, cujo jaleco branco estava aberto o suficiente para eu vê-los.
“Vamos lá então?”
“Uhum.”
“Pode deitar. Fica à vontade.”
Bem que eu queria ficar à vontade mesmo.
Tirei a camisa e ela ficou de olho na minha tatuagem no peito. Me olhou de cima em baixo, me devorando. Deitei na maca debruçado e ela começou a acariciar meus ombros sem gel nem nada, só com as mãos puras. Mas suas mãos eram tão macias que me encantavam. Desceu pela lateral do corpo, me apertando com suavidade, me sentindo do jeito dela. Eu já estava relaxando sem perceber. E a piroca estava o aço, bem daquele jeito.
Então ela jogou um pouco do gel e intensificou a massagem. Passeando pelas minhas costas ela puxava assunto comigo.
“Tem sentido dores nas costas ou só veio para se sentir melhor?” ela perguntou.
“Um pouco dos dois. Tenho sentido uma dorzinha desagradável aqui”, apontei a lateral esquerda para ela, passando a mão.
“Ah, sim. Vamos fazer por isso então.”
“Só de sentir suas mãos já estou relaxando”, falei sorrindo e olhando para trás, onde a vi mordendo o lábio inferior.
“Ótimo.”
5 minutos depois ela já estava com as mãos na minha cintura, puxando meu short para baixo. Facilitei porque pensei que ela queria só massagear. OK. Suas mãos deslizavam e apertavam minha cintura, me deixando cada vez mais tranquilo. Super confortável. De boa. Adorando senti-la.
“Ai, que calor. Posso diminuir o ar condicionado?” ela me perguntou tirando o jaleco e ficando só de blusa. Uma blusinha preta mostrando a barriguinha.
“Pode sim. Tranquilo.”
“É que vem chegando o verão, então as temperaturas andam subindo e eu fico logo agoniada.”
Sorri de canto e continuei de boa.
Ela voltou a massagem. Foi intensificando. Subindo até os ombros. Apertando. Descendo pressionando. Deslizando sobre as minhas costas. Suas mãos descendo demais, quase puxando meu short. Eu ficando com tesão de vê-la sem o jaleco e com os seios quase saltando da blusa. Ela então começa a me massagear só com uma mão, e eu pensei que era só por alguns segundos. Quando abri os olhos de canto, a vi massageando sua bocetinha por dentro da calça. E fazia calmamente, tipo não querendo chamar atenção, sabe? Dava para ouvir o barulho dela molhada. O melado em seus dedos. Hummm!
Eu não acredito que estou vendo isso.
Não demorou muito e ela voltou a me massagear com as duas mãos. Eu fingi que não vi nada. Quieto estava, quieto fiquei. Mas agora o tesão e a vontade dela estava à flor da pele, é óbvio. Então ela se ajeitou e me pediu para eu me virar de barriga para cima. Eu não entendi nada. Fiz o que ela disse, vai que é alguma coisa relacionada a massagem e eu não sei, não é mesmo? Haha!
Me virei de frente e ela foi com as mãos no meu peitoral, me olhando com profundidade, bem nos meus olhos. Me acariciava com gosto, nem piscava. Descia e subia as mãos. Calculando seus movimentos com exatidão. Avançou mais um pouco e fingiu tirar meu short para ver minha reação. Arrumou de novo mas passou a mão no meu pau e ficou passando sentindo o volume.
“Posso ver?” ela perguntou.
“Fica à vontade.”
Ela arriou o short e engoliu saliva ao ver a cabeça toda melada.
“Hum, que delícia essa cabecinha meladinha. Seria pedir demais chup4r esse pau suculento, rosinha e quente?”
Sem esperar minha resposta ela pegou nele com a mão direita e ficou chup4ndo a cabecinha olhando para mim sem piscar, determinada. Babava o danado sem querer saber de nada. Chupava até a garganta e ficava passando a língua ao mesmo tempo. A outra mão acariciava as bolas, apertando devagar o suficiente para me deixar louco. Ela tinha uma boca aparentemente aveludada. Ela chup4va com gentileza. Me olhava. Focava no boneco. Rodava com a língua na cabeça dele me deixando cada vez mais fora de órbita.
“Não faz isso comigo, não”, eu implorei.
Ela piorou e aumentou a mamada, me deixando ainda mais perto de gozar. Massageava as bolas e se deleitava no boneco sem querer saber de nada. Estava deixando-o inteiramente molhado. Ela chup4va salivando muito e eu também. Estava fazendo a festa. Me masturbando. Olhava para mim e olhava para ele. Sua mão subindo e descendo. Acelerando a m4sturbação. Eu perto de gozar. Ela não sabia se chupava, lambia ou mamava. Até gemia enquanto agia sobre ele. Sua boca fazia o garoto se perder lá dentro.
Ela se perdia no meu pau lindo e delicioso (na verdade qualquer uma ficaria louca se o tivesse nas mãos). Eu me agarrava na maca. Queria puxar seus cabelos e agarrar neles mas ela estava muito longe. Eu não sabia se ficava olhando ou se fechava os olhos. O tesão estava me consumindo de uma tal maneira que eu me contorcia como conseguia. Ela tocando meu instrumento e passando os lábios na cabecinha estava demais. Me provocava em demasia. Meu corpo estava incrivelmente pegando fogo. Ela engoliu tudo que tinha direito, e quando ela estava voltando para mamar de novo eu gozei exatamente na cara dela, deixando-a desconcertada e desesperada para seguir me chup4ndo e engolindo minha porra quente. Ela não desperdiçou nadinha, você precisava ver. Passou até os dedos no rosto e chupou me olhando, deixando claro que com ela não tinha gracinha. Se acabou no meu gracioso pau. Que bênção! Que boca!
“Era isso que você queria?” perguntei de olhos fechados, completamente relaxado.
“Era só uma massagem, mas eu fiquei molhadinha quando te recebi e notei o volume no seu short. Por mim eu agachava e te mamava naquele momento”, ela disse enquanto ainda passava a língua no meu garoto. Encantada com ele.
“Está apaixonada pelo meu p4u, é isso mesmo?” perguntei rindo.
“Nossa, demais! Eu quero de novo! Que delícia senti-lo dentro da minha boca. Ele é lindo e suculento. Não dá vontade de querer largar, puta que pariu!”
Risos.
“A gente marca de você ir lá em casa.”
“Ou você na minha”, ela disse levantando uma sobrancelha e lambendo o garoto. Aficcionada.
Deu mais uma chupadinha me olhando e me ajeitou, logo pegando o celular para salvar meu número.
O resto é história.
“Vai lá na Raquel que ela é muito boa e vai te ajudar, aposto”, ela me disse uma vez. (Eu só não sabia que Raquel iria me ajudar tanto. Hahaha!)
Liguei de manhã e marcamos para o último horário. Pronto.
Arrumei a casa, fiz comida, tomei banho e depois fiquei deitado relaxando as costas esperando dar a hora. Mas cometi um erro um pouco grave, diga-se de passagem: fiquei lendo meus contos antes de ir no consultório dela. Fiquei com muita vontade de tocar uma mas deixei para fazer na volta devido ao horário. E quando cheguei lá, por incrível que pareça, cheguei de pau duro. Tentei esconder mas não deu, e assim que nos cumprimentamos, reparei que ela olhou para baixo e notou o volume no meu short.
Que vergonha, puta que pariu, pensei.
“Olá, boa tarde. Tudo bem?” ela perguntou sorridente e educada.
“Boa tarde, querida. Estou ótimo, obrigado. E você?”
“Cansada mas estou bem. Vou atender você e sumir para minha casa”, falou dando uma risadinha. “Só quero um banho quente e relaxar na minha cama.”
Senti que ela mudou o tom da voz quando falou “só quero um banho quente” e olhou direto para mim, tipo uma águia determinada em busca da caça. Profundo!
“Ah, pois é. Depois de um dia de trabalho isso é tudo que a gente precisa, sem dúvidas”, falei olhando discretamente para seus sei0s, cujo jaleco branco estava aberto o suficiente para eu vê-los.
“Vamos lá então?”
“Uhum.”
“Pode deitar. Fica à vontade.”
Bem que eu queria ficar à vontade mesmo.
Tirei a camisa e ela ficou de olho na minha tatuagem no peito. Me olhou de cima em baixo, me devorando. Deitei na maca debruçado e ela começou a acariciar meus ombros sem gel nem nada, só com as mãos puras. Mas suas mãos eram tão macias que me encantavam. Desceu pela lateral do corpo, me apertando com suavidade, me sentindo do jeito dela. Eu já estava relaxando sem perceber. E a piroca estava o aço, bem daquele jeito.
Então ela jogou um pouco do gel e intensificou a massagem. Passeando pelas minhas costas ela puxava assunto comigo.
“Tem sentido dores nas costas ou só veio para se sentir melhor?” ela perguntou.
“Um pouco dos dois. Tenho sentido uma dorzinha desagradável aqui”, apontei a lateral esquerda para ela, passando a mão.
“Ah, sim. Vamos fazer por isso então.”
“Só de sentir suas mãos já estou relaxando”, falei sorrindo e olhando para trás, onde a vi mordendo o lábio inferior.
“Ótimo.”
5 minutos depois ela já estava com as mãos na minha cintura, puxando meu short para baixo. Facilitei porque pensei que ela queria só massagear. OK. Suas mãos deslizavam e apertavam minha cintura, me deixando cada vez mais tranquilo. Super confortável. De boa. Adorando senti-la.
“Ai, que calor. Posso diminuir o ar condicionado?” ela me perguntou tirando o jaleco e ficando só de blusa. Uma blusinha preta mostrando a barriguinha.
“Pode sim. Tranquilo.”
“É que vem chegando o verão, então as temperaturas andam subindo e eu fico logo agoniada.”
Sorri de canto e continuei de boa.
Ela voltou a massagem. Foi intensificando. Subindo até os ombros. Apertando. Descendo pressionando. Deslizando sobre as minhas costas. Suas mãos descendo demais, quase puxando meu short. Eu ficando com tesão de vê-la sem o jaleco e com os seios quase saltando da blusa. Ela então começa a me massagear só com uma mão, e eu pensei que era só por alguns segundos. Quando abri os olhos de canto, a vi massageando sua bocetinha por dentro da calça. E fazia calmamente, tipo não querendo chamar atenção, sabe? Dava para ouvir o barulho dela molhada. O melado em seus dedos. Hummm!
Eu não acredito que estou vendo isso.
Não demorou muito e ela voltou a me massagear com as duas mãos. Eu fingi que não vi nada. Quieto estava, quieto fiquei. Mas agora o tesão e a vontade dela estava à flor da pele, é óbvio. Então ela se ajeitou e me pediu para eu me virar de barriga para cima. Eu não entendi nada. Fiz o que ela disse, vai que é alguma coisa relacionada a massagem e eu não sei, não é mesmo? Haha!
Me virei de frente e ela foi com as mãos no meu peitoral, me olhando com profundidade, bem nos meus olhos. Me acariciava com gosto, nem piscava. Descia e subia as mãos. Calculando seus movimentos com exatidão. Avançou mais um pouco e fingiu tirar meu short para ver minha reação. Arrumou de novo mas passou a mão no meu pau e ficou passando sentindo o volume.
“Posso ver?” ela perguntou.
“Fica à vontade.”
Ela arriou o short e engoliu saliva ao ver a cabeça toda melada.
“Hum, que delícia essa cabecinha meladinha. Seria pedir demais chup4r esse pau suculento, rosinha e quente?”
Sem esperar minha resposta ela pegou nele com a mão direita e ficou chup4ndo a cabecinha olhando para mim sem piscar, determinada. Babava o danado sem querer saber de nada. Chupava até a garganta e ficava passando a língua ao mesmo tempo. A outra mão acariciava as bolas, apertando devagar o suficiente para me deixar louco. Ela tinha uma boca aparentemente aveludada. Ela chup4va com gentileza. Me olhava. Focava no boneco. Rodava com a língua na cabeça dele me deixando cada vez mais fora de órbita.
“Não faz isso comigo, não”, eu implorei.
Ela piorou e aumentou a mamada, me deixando ainda mais perto de gozar. Massageava as bolas e se deleitava no boneco sem querer saber de nada. Estava deixando-o inteiramente molhado. Ela chup4va salivando muito e eu também. Estava fazendo a festa. Me masturbando. Olhava para mim e olhava para ele. Sua mão subindo e descendo. Acelerando a m4sturbação. Eu perto de gozar. Ela não sabia se chupava, lambia ou mamava. Até gemia enquanto agia sobre ele. Sua boca fazia o garoto se perder lá dentro.
Ela se perdia no meu pau lindo e delicioso (na verdade qualquer uma ficaria louca se o tivesse nas mãos). Eu me agarrava na maca. Queria puxar seus cabelos e agarrar neles mas ela estava muito longe. Eu não sabia se ficava olhando ou se fechava os olhos. O tesão estava me consumindo de uma tal maneira que eu me contorcia como conseguia. Ela tocando meu instrumento e passando os lábios na cabecinha estava demais. Me provocava em demasia. Meu corpo estava incrivelmente pegando fogo. Ela engoliu tudo que tinha direito, e quando ela estava voltando para mamar de novo eu gozei exatamente na cara dela, deixando-a desconcertada e desesperada para seguir me chup4ndo e engolindo minha porra quente. Ela não desperdiçou nadinha, você precisava ver. Passou até os dedos no rosto e chupou me olhando, deixando claro que com ela não tinha gracinha. Se acabou no meu gracioso pau. Que bênção! Que boca!
“Era isso que você queria?” perguntei de olhos fechados, completamente relaxado.
“Era só uma massagem, mas eu fiquei molhadinha quando te recebi e notei o volume no seu short. Por mim eu agachava e te mamava naquele momento”, ela disse enquanto ainda passava a língua no meu garoto. Encantada com ele.
“Está apaixonada pelo meu p4u, é isso mesmo?” perguntei rindo.
“Nossa, demais! Eu quero de novo! Que delícia senti-lo dentro da minha boca. Ele é lindo e suculento. Não dá vontade de querer largar, puta que pariu!”
Risos.
“A gente marca de você ir lá em casa.”
“Ou você na minha”, ela disse levantando uma sobrancelha e lambendo o garoto. Aficcionada.
Deu mais uma chupadinha me olhando e me ajeitou, logo pegando o celular para salvar meu número.
O resto é história.
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