Ela chegou do trabalho e foi tomar banho enquanto eu preparava a janta. Como cheguei primeiro, fui organizando as coisas para ir adiantando a comida.
Ela me deu um beijo demorado e disse que ia tomar banho porque queria ficar comigo o quanto antes; mas ela não contava com a minha astúcia. [Risos]
Alguns minutos depois desliguei o fogo e deixei a comida pronta no fogão. Eu estava com uma vontade enorme de chup4r sua deliciosa boceta no banho. Queria dar esse prazer a ela.
[Mas] antes de entrar, tirei a roupa e fiquei tocando uma bem devagar olhando para ela, vendo essa delícia se ensaboando. (Um sonho de mulher! Uma perfeição! De roupa ela é linda, mas pelada é divina! Fora do normal! Incomum! Única! Maravilhosa!) Acariciei o garoto tantas vezes que cheguei perto de gozar, logo optando por entrar logo e fazer uma surpresinha para ela porque eu já estava louco de vontade.
“Posso entrar?” perguntei abrindo a porta do box com o p4u super duro e cheio de tesão por essa Mulher-Maravilha.
“Nossa, amor, que delícia me surpreender assim!” ela exclamou com um sorriso tímido enquanto mordia o lábio inferior olhando para o garoto bem rijo. “Nem deveria perguntar, podia entrar logo e já ir me fodendo sem pensar duas vezes.”
“Eu sei disso, entretanto fiquei com medo de assustá-la. Uma hora estou na cozinha, em seguida venho te agarrar por trás durante o banho. Preferi evitar.”
“Está certo. Gosto assim”, disse rindo.
Pouco papo. Abracei-a por trás e fui lentamente pegando o sabonete de sua mão. Passei devagar pelos sei0s. Sussurrava coisas em seu ouvido.
“Eu amo foder você, sabia? Amo cravar as mãos na tua cintura e ficar socando na tua boceta quente. Meu p4u encaixa nela com facilidade. Fica dentro de você com muita fúria e paixão. Me agrada muito satisfazer você e unir cada vez mais nossos corpos. Socando forte. Fodendo bem.”
Desligo o chuveiro para sentir sua respiração enquanto minhas mãos percorrem pelo seu corpo. Descendo pela lateral eu a ensaboo com suavidade, incluindo sua bocetinha, sentindo cada detalhe dela e roçando com a piroca nesse rabo maravilhoso. Mordo seu ombro. Subo beijando seu pescoço. Ela se arrepia. Se empina. Joga seu rabo para mim querendo sentir a dureza dele dentro da sua danada. Satisfaço sua vontade então. Jogo o sabonete no chão e vou passando a cabeça na beiradinha da boceta antes de ele ser devorado por essa delícia gulosa que o devora e o consome bem. Ela abaixa para pegar o sabonete e simultaneamente faz o movimento de vai-e-vem para que ele entre nela. (Uh, que delícia!) Me ajeito e soco com força. Ela vai sendo sacudida, gemendo com veemência. Me diz que estava com saudade de ser fodida desse jeito. Esquece o sabonete. Apoia as mãos na parede. Tenta virar a cabeça para trás para ver minha cara. Joga o cabelo para o outro lado. Geme mordendo o lábio. Leva uma mão à bocetinha e fica acariciando-a. Dá uns tapas nela. Vamos intensificando nosso tesão e essa magnífica vontade que temos um pelo outro. Mas eu sinto que vou gozar e tiro.
Me ajoelho no box e afundo a cara na danada. Sem dó nem piedade. Chupo mesmo, com gosto, deixando muito claro que sou fascinado por tudo isso. (Sinto até a saliva escorrer pelo meu rosto afora, porque abocanho a boceta com uma ânsia incrível!) Passando a língua por todos os lugares possíveis, ela não sabe se geme ou se rebola na minha boca ou se tenta acariciá-la.) Explorando cada cantinho dessa perfeição eu vou caprichando no ato. Faço a festa com a língua nela. E para melhorar: ela encontra uma forma de se sentir mais confortável e abre mais as pernas, em seguida dando uma leve “sentada”, agachando mais um pouquinho para que eu mantenha o ritmo. E eu mantenho mesmo. Chupo sem parar. Vou pincelando sua boceta com astúcia e voracidade. Chupo tão gostoso que até me babo. Pincelando de cima para baixo eu apoio as mãos em sua bunda e abro mais o caminho. Acaricio com calma. Passo as mãos nesse rabo extremamente sinuoso e elegante. Descendo e subindo. Dando o meu melhor. Fazendo gostoso.
“Chupa meu grelo, chupa. Seu safado! Me faça gozar bem gostoso na sua boquinha, vai. Eu estou tão molhada e com tanto tesão. Caralho…”
Faço de tudo para abocanhar sua danada, mas ela está tão melada que mal consigo. Então me ajeito mais um pouquinho porque os joelhos estão começando a doer e me viro de frente para ela. Suas mãos agarram meus cabelos e puxam com demasiada força. Ela esfrega a boceta na minha cara como se não houvesse amanhã. Me obriga a chupar como se eu não gostasse. Deslizo uma mão para trás e começo a acariciar seu coolzinho, fazendo com que ela enlouqueça de vez.
“Isso! Assim mesmo!” ela ordena.
Chupo o grelo e solto, muito gostoso. Com a ponta da língua fico lambendo bem rapidinho o centro do clitóris, como se eu tivesse mirado exatamente no alvo e acertado em cheio. Eu chupo apaixonado. Eu transbordo essa mulher de prazer. Faço questão de ressaltar o quanto eu a amo. Me enche de orgulho e alegria lambuzar toda essa delícia. É que sua danada tem um gosto tão bom. Ela é tão especial. Tem um paladar diferente. É tão surreal. Só me resta ir chupando e dedilhando suavemente seu coolzinho apertadinho. Sinto o quanto ele vai piscando conforme chupo sua danada e o acaricio. Me masturbo ao mesmo tempo. Agarro meu pau e rapidamente me satisfaço. Eu não aguento. Ela me deixa louco. Ela é gostosa demais!
“Amor, volta a me chup4r por trás? Lambe meu cuzinho? Eu amo sentir sua língua nele.”
Atendendo ao pedido eu me levanto. Agarro sua bunda e subo beijando suas costas.
“Ai, que delícia, amor!”
Conforme beijo ela se arrepia. Sorri para mim. Se empina para mim. Esfrega sua bunda em mim. Não se cansa de mim.
Apoiada na parede, deixo as mãos onde estão e fico beijando seu pescoço. Esfregando os lábios calmamente vou deixando-a ansiosa. Mexo uma mão e levo até a bocetinha molhadinha. Massageio o grelo dela e com o dedo do meio eu meto nela, tiro e dou para ela chup4r. Em seguida faço o mesmo, mas dessa vez eu que chupo — e que delícia! Durante alguns segundos mantenho meu dedo nela, cujo desliza fácil para baixo e para cima. É indescritível senti-la babada assim. Parece que meu dedo vai agarrar. É uma perfeição fora do normal.
Agarro seus sei0s e faço uma leve massagem. Aperto devagarinho. Eles são muito macios.
Ela se vira de frente e me beija. Nossas línguas se perdem. A gente se conecta. Vão se esfregando. Nosso beijo molhado e intenso nos aquece cada vez mais. Suas mãos no meu corpo me estremecem. Nós estremecemos. Ela então agarra no meu instrumento e fica passando a cabeça babadinha em sua boneca. A gente se beija gemendo. Elevamos o nível. O beijo está uma delícia. Ela rebola nele. Provoca e tira. Desfaz o beijo e se vira de costas, pedindo para eu lamber seu coolzinho.
Apoio as mãos sobre seu rabo maravilhoso e abro o suficiente para cair de boca nele. Sua mão na bocetinha não tem trégua. Ela se agacha mais um pouquinho e está com tanto tesão que fica piscando o danado. Eu então vou passando a língua de baixo para cima e de um lado ao outro, deixando babado. Ela própria abre a bunda e deixa o caminho livre para mim. Do tipo: “lambe essa porra e me faz gozar logo”.
E então, alguns minutos depois, sem que eu pudesse imaginar, ela começa a tremer e gozar na minha boca, agachando cada vez mais e me obrigando a literalmente deitar no chão do box enquanto agarra meus cabelos e me pressiona contra sua b0ceta molhada e fantasticamente suculenta.
“Desculpa, amor, mas nem deu para avisar. Ui, que delícia! Que calor!”
“Tudo bem, eu te perdoo.”
Rimos, finalizamos o banho e fomos jantar.
Ela me deu um beijo demorado e disse que ia tomar banho porque queria ficar comigo o quanto antes; mas ela não contava com a minha astúcia. [Risos]
Alguns minutos depois desliguei o fogo e deixei a comida pronta no fogão. Eu estava com uma vontade enorme de chup4r sua deliciosa boceta no banho. Queria dar esse prazer a ela.
[Mas] antes de entrar, tirei a roupa e fiquei tocando uma bem devagar olhando para ela, vendo essa delícia se ensaboando. (Um sonho de mulher! Uma perfeição! De roupa ela é linda, mas pelada é divina! Fora do normal! Incomum! Única! Maravilhosa!) Acariciei o garoto tantas vezes que cheguei perto de gozar, logo optando por entrar logo e fazer uma surpresinha para ela porque eu já estava louco de vontade.
“Posso entrar?” perguntei abrindo a porta do box com o p4u super duro e cheio de tesão por essa Mulher-Maravilha.
“Nossa, amor, que delícia me surpreender assim!” ela exclamou com um sorriso tímido enquanto mordia o lábio inferior olhando para o garoto bem rijo. “Nem deveria perguntar, podia entrar logo e já ir me fodendo sem pensar duas vezes.”
“Eu sei disso, entretanto fiquei com medo de assustá-la. Uma hora estou na cozinha, em seguida venho te agarrar por trás durante o banho. Preferi evitar.”
“Está certo. Gosto assim”, disse rindo.
Pouco papo. Abracei-a por trás e fui lentamente pegando o sabonete de sua mão. Passei devagar pelos sei0s. Sussurrava coisas em seu ouvido.
“Eu amo foder você, sabia? Amo cravar as mãos na tua cintura e ficar socando na tua boceta quente. Meu p4u encaixa nela com facilidade. Fica dentro de você com muita fúria e paixão. Me agrada muito satisfazer você e unir cada vez mais nossos corpos. Socando forte. Fodendo bem.”
Desligo o chuveiro para sentir sua respiração enquanto minhas mãos percorrem pelo seu corpo. Descendo pela lateral eu a ensaboo com suavidade, incluindo sua bocetinha, sentindo cada detalhe dela e roçando com a piroca nesse rabo maravilhoso. Mordo seu ombro. Subo beijando seu pescoço. Ela se arrepia. Se empina. Joga seu rabo para mim querendo sentir a dureza dele dentro da sua danada. Satisfaço sua vontade então. Jogo o sabonete no chão e vou passando a cabeça na beiradinha da boceta antes de ele ser devorado por essa delícia gulosa que o devora e o consome bem. Ela abaixa para pegar o sabonete e simultaneamente faz o movimento de vai-e-vem para que ele entre nela. (Uh, que delícia!) Me ajeito e soco com força. Ela vai sendo sacudida, gemendo com veemência. Me diz que estava com saudade de ser fodida desse jeito. Esquece o sabonete. Apoia as mãos na parede. Tenta virar a cabeça para trás para ver minha cara. Joga o cabelo para o outro lado. Geme mordendo o lábio. Leva uma mão à bocetinha e fica acariciando-a. Dá uns tapas nela. Vamos intensificando nosso tesão e essa magnífica vontade que temos um pelo outro. Mas eu sinto que vou gozar e tiro.
Me ajoelho no box e afundo a cara na danada. Sem dó nem piedade. Chupo mesmo, com gosto, deixando muito claro que sou fascinado por tudo isso. (Sinto até a saliva escorrer pelo meu rosto afora, porque abocanho a boceta com uma ânsia incrível!) Passando a língua por todos os lugares possíveis, ela não sabe se geme ou se rebola na minha boca ou se tenta acariciá-la.) Explorando cada cantinho dessa perfeição eu vou caprichando no ato. Faço a festa com a língua nela. E para melhorar: ela encontra uma forma de se sentir mais confortável e abre mais as pernas, em seguida dando uma leve “sentada”, agachando mais um pouquinho para que eu mantenha o ritmo. E eu mantenho mesmo. Chupo sem parar. Vou pincelando sua boceta com astúcia e voracidade. Chupo tão gostoso que até me babo. Pincelando de cima para baixo eu apoio as mãos em sua bunda e abro mais o caminho. Acaricio com calma. Passo as mãos nesse rabo extremamente sinuoso e elegante. Descendo e subindo. Dando o meu melhor. Fazendo gostoso.
“Chupa meu grelo, chupa. Seu safado! Me faça gozar bem gostoso na sua boquinha, vai. Eu estou tão molhada e com tanto tesão. Caralho…”
Faço de tudo para abocanhar sua danada, mas ela está tão melada que mal consigo. Então me ajeito mais um pouquinho porque os joelhos estão começando a doer e me viro de frente para ela. Suas mãos agarram meus cabelos e puxam com demasiada força. Ela esfrega a boceta na minha cara como se não houvesse amanhã. Me obriga a chupar como se eu não gostasse. Deslizo uma mão para trás e começo a acariciar seu coolzinho, fazendo com que ela enlouqueça de vez.
“Isso! Assim mesmo!” ela ordena.
Chupo o grelo e solto, muito gostoso. Com a ponta da língua fico lambendo bem rapidinho o centro do clitóris, como se eu tivesse mirado exatamente no alvo e acertado em cheio. Eu chupo apaixonado. Eu transbordo essa mulher de prazer. Faço questão de ressaltar o quanto eu a amo. Me enche de orgulho e alegria lambuzar toda essa delícia. É que sua danada tem um gosto tão bom. Ela é tão especial. Tem um paladar diferente. É tão surreal. Só me resta ir chupando e dedilhando suavemente seu coolzinho apertadinho. Sinto o quanto ele vai piscando conforme chupo sua danada e o acaricio. Me masturbo ao mesmo tempo. Agarro meu pau e rapidamente me satisfaço. Eu não aguento. Ela me deixa louco. Ela é gostosa demais!
“Amor, volta a me chup4r por trás? Lambe meu cuzinho? Eu amo sentir sua língua nele.”
Atendendo ao pedido eu me levanto. Agarro sua bunda e subo beijando suas costas.
“Ai, que delícia, amor!”
Conforme beijo ela se arrepia. Sorri para mim. Se empina para mim. Esfrega sua bunda em mim. Não se cansa de mim.
Apoiada na parede, deixo as mãos onde estão e fico beijando seu pescoço. Esfregando os lábios calmamente vou deixando-a ansiosa. Mexo uma mão e levo até a bocetinha molhadinha. Massageio o grelo dela e com o dedo do meio eu meto nela, tiro e dou para ela chup4r. Em seguida faço o mesmo, mas dessa vez eu que chupo — e que delícia! Durante alguns segundos mantenho meu dedo nela, cujo desliza fácil para baixo e para cima. É indescritível senti-la babada assim. Parece que meu dedo vai agarrar. É uma perfeição fora do normal.
Agarro seus sei0s e faço uma leve massagem. Aperto devagarinho. Eles são muito macios.
Ela se vira de frente e me beija. Nossas línguas se perdem. A gente se conecta. Vão se esfregando. Nosso beijo molhado e intenso nos aquece cada vez mais. Suas mãos no meu corpo me estremecem. Nós estremecemos. Ela então agarra no meu instrumento e fica passando a cabeça babadinha em sua boneca. A gente se beija gemendo. Elevamos o nível. O beijo está uma delícia. Ela rebola nele. Provoca e tira. Desfaz o beijo e se vira de costas, pedindo para eu lamber seu coolzinho.
Apoio as mãos sobre seu rabo maravilhoso e abro o suficiente para cair de boca nele. Sua mão na bocetinha não tem trégua. Ela se agacha mais um pouquinho e está com tanto tesão que fica piscando o danado. Eu então vou passando a língua de baixo para cima e de um lado ao outro, deixando babado. Ela própria abre a bunda e deixa o caminho livre para mim. Do tipo: “lambe essa porra e me faz gozar logo”.
E então, alguns minutos depois, sem que eu pudesse imaginar, ela começa a tremer e gozar na minha boca, agachando cada vez mais e me obrigando a literalmente deitar no chão do box enquanto agarra meus cabelos e me pressiona contra sua b0ceta molhada e fantasticamente suculenta.
“Desculpa, amor, mas nem deu para avisar. Ui, que delícia! Que calor!”
“Tudo bem, eu te perdoo.”
Rimos, finalizamos o banho e fomos jantar.
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