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MINHA FAIXA ROSA

Nossos momentos de prazer parecem intermináveis. O que nós fazemos é sempre enriquecedor. Suas sentadas no meu pau, juntamente com umas reboladas eletrizantes. A alma gritando. Nossos corpos em temperaturas elevadas, pedindo socorro.

* * *

Voltando da cozinha, paro para apreciar sua bunda antes de me deitar de novo e fico de queixo caído com tudo isso. E quando me deito, passo a mão, deliro na maciez. Encosto a boca, esfrego os lábios e fico passando por toda essa maravilha, até parar na bocetinha. (Que cheirinho de boceta mais gostoso, puta merda! Vontade absurda de devorar isso tudo!) Ela debruçada, faço os movimentos necessários para ela ficar de quatro, então puxo a calcinha e passo ponta da língua na danada, dando uns beijinhos para provocar, sem a intenção de ficar.

“Que delícia, amor. Faz de novo?”

Finjo que não e ajeito a calcinha, e simultaneamente lambo a danada com pressão por cima da calcinha, e vou me afastando calmamente.

“Amor…” ela implora.

Calma, sua gostosa, eu penso. Já volto.

Te deixo ansiosa. Com a boca faço carinho em sua bunda; subo até seu ombro e desço beijando suas costas, arrepiando tudo onde é possível. Frio e calculista, levo uma mão por dentro da calcinha e penetro o dedo do meio na boneca muito devagar, para ela sentir bem. Ela solta um gemido.

“Isso, vida! Assim!”

Enquanto esse dedo invade a bonequinha, o polegar massageia o cuzinho. Agindo em dose dupla com a intenção de deixá-la fora de si, massageio com cautela, porque eu sei que o prazer está na paciência. Ela se mexe mas eu não paro. Rebola no meu dedo, se empina e fala que está uma delícia; mas logo se debruça novamente. Eu desfaço minhas ações, tiro a mão calmamente e ajeito a calcinha.

De repente ela resolve agir, não me deixando concluir.

Se levanta, me joga e ri.

“Seu desgraçado, agora é a minha vez. Você está muito provocador para o meu gosto. Agora é comigo!” ela exclama rindo.

Deitado e com a piroca dura prestes a furar a cueca, ela tira a calcinha e o sutiã e esfrega os seios na minha cara, e eu fecho os olhos para sentir e delirar em seu cheirinho. Rebola em cima de mim, encostando a bunda no garoto. Sem demora ela resolve agir e faz uma das coisas que eu mais amo mas que não acontece com frequência: senta com a boneca na minha boca e se ajeita, do tipo que só vai sair dali quando gozar.

“É sério que você vai querer fazer isso?” pergunto enquanto chupo, sem olhar para ela.

“Já fiz. Quer me provocar? Toma.”

Vai dar merda, pode apostar. Sempre dá.

Ela puxa meu cabelo, me leva para ela. Literalmente me sufoca e me obriga a chupá-la. Faço a língua correr por tudo isso que chamamos de boceta. Consequentemente ela intensifica as gemidas, falando alto que vive por esse prazer. Puxa meus cabelos com vontade, louca de prazer, e eu chupando feito um louco, lambuzando a boneca; ficando cada vez mais molhada. Inventa de rebolar na minha língua, gostosinho, daquele jeito. Humm, adoro quando ela faz isso, penso. Mas estava muito bom para ser verdade.

Sabendo que estou gostando muito, ela tira o doce da minha boca e desce beijando meu peitoral já colocando uma mão no meu garoto, me m4sturbando rapidinho, querendo que eu goze rápido. Muito malvada e mal intencionada. Que safada!

Eu falei que ia dar merda, não falei?

Enquanto me m4sturba, chupa as bolas rapidinho, prendendo e passando a língua igual eu faço com sua boneca. Sua mão está acelerada, eu já vou gozar, estou mesmo com muito tesão. E junta com a sabedoria que ela carrega, aí já era. Ela brinca e se diverte no garoto. Sobe e desce lambendo, fica passando a língua na cabeça conforme me toca e sente a vibração do garoto. Chupa e fica me olhando. Trocando olhares comigo. Vejo fúria em seus olhos. Ela não tem limites. Me tira do sério. Invade meu interior com facilidade. Tem o dom de me satisfazer. E numa dessas eu gozo enquanto ela chupa, fazendo com que ela até feche os olhos para tomar meu leite e se deleitar nele. Matar sua sede.

Por essas e outras que ela é minha Faixa Rosa. Dona de mim, dona da porra toda. Deliciosa. Me domina facinho, facinho.

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