Eu tinha uma vizinha portuguesa no prédio onde morei quando cheguei em Portugal que além de gostosa ela era super educada. Sempre que me via fazia questão de falar comigo, era incrível. Sempre cheirosa, usava óculos e quase todos os dias descia para dar uma volta com seu cachorro.
Quando eu estava perto de me mudar eu a encontrei na frente do prédio justamente com seu cachorro. Ela ainda estava com o uniforme do trabalho.
“E aí, lindona. Tudo bem?” perguntei sorrindo.
“Oi, tudo bem. E contigo?”
“Tudo ótimo”, respondi já me aproximando. “Eu sei que a gente não tem a menor afinidade e tal mas eu quero te falar uma coisa.”
“Claro, pode falar.”
“Eu vou me mudar semana que vem e eu adoraria manter contato com você. É possível? Com todo respeito, é claro. Eu sei que você é comprometida”, falei receoso pela resposta.
“Tudo bem. Anota meu número.”
“Só não sei o seu nome”, falei rindo.
“Laís”, disse rindo.
Primeiro o alívio, depois deu aquele frio na barriga inexplicável quando salvei. Maravilha.
“Eu me simpatizei com você desde quando trocamos o primeiro boa tarde”, falei.
“Educação nunca é demais né.”
“Não mesmo. Gosto da sua energia. Está sempre com um sorriso no rosto.”
Ela sorriu.
“Vou subir. Estou cansada e ainda preciso fazer minha marmita para amanhã. Ninguém merece.”
“Tudo bem. Eu já estou entrando também.”
Abri a porta do prédio e ela passou. Seu perfume exalava de um jeito… meu deus, que mulher! Conforme ela andava eu ficava hipnotizado com aquele rabo lindo rebolando. Deve ser uma lindeza sem esse short jeans, pensei.
Ela agradeceu por eu ter aberto a porta, disse tchauzinho e foi subindo a escada. Ai, meu coração!
Já no novo endereço, mandei mensagem para ela. Perguntei como estava a vida, o trabalho… tudo fluindo.
“Vai fazer o que mais tarde?” perguntei.
“Nada. Ficar de boa em casa, relaxando. Amanhã estou de folga.”
“Vamos fazer alguma coisa? Jantar fora, sei lá.”
“É uma boa idéia.”
Combinado então.
Quando cheguei para buscá-los ela disse que iríamos no seu carro. Estacionei o meu e fui para o dela.
Eu fiquei de queixo caído ao vê-la com essa blusinha curtinha e de short jeans apertadinho, com suas pernas grossas extremamente visíveis. E aparecia a popa de uma bunda magnífica. Coisa linda!
A gente se cumprimentou e ela ligou o carro.
“Falta seu boy”, falei.
“Ele não quer ir. Está de graça lá. Com ciúmes.”
“Eu não quero levar problema para vocês. Se preferir eu nem vou. É melhor, Laís.”
“Nem pensar! Vamos sim. Problema é dele!” disse bem convicta.
“Tem certeza? Não quero que vocês fiquem nessa por causa de mim.”
“Ele que lute. Zero paciência para essa insegurança besta.”
Tudo bem então.
Decidimos ir em um restaurante bacana que eu tinha ido uma vez com a minha tia no seu aniversário. Ficava a uma hora de onde ela morava, então dava para conversarmos muito.
Peguei o celular para falar com a minha mãe e logo depois entramos na autoestrada. Desliguei a internet e guardei o celular. Ela começou a falar do seu relacionamento e eu tentando disfarçar olhando para suas pernas enquanto ela dirigia. Falava da sua insatisfação com esse jeito dele e tal, que ele não deveria ser assim, etc. Eu só ouvindo. Mal falava.
Enquanto ela falava seu cabelo entrava na sua boca, então tirei e coloquei atrás da orelha. De repente ela parou de falar e sorriu para mim e agradeceu. Não foi nada, eu falei. Então ficamos uns minutos calados.
“É complicado”, falei depois de alguns minutos. “Não é fácil lidar com o ser humano.”
“Poderia ser mais fácil só que algumas pessoas gostam mesmo de piorar as coisas”, rebateu indignada. “Pô, nada a ver.”
“Infelizmente ele não encara isso com naturalidade como a gente.”
“Só lamento. Eu vou viver minha vida.”
“Falando em vida, que delícia ter entrado na sua. Ou melhor, que bom que entrei na sua”, corrigi todo sem graça.
“‘Que delícia ter entrado na minha vida’, essa é nova”, disse rindo. “Gostei da forma como falou.”
“Não, eu falei errado. Eu não queria ser mal interpretado.”
“Gostei. Não importa. Falou está falado”, disse e olhou para mim. Eu estava olhando para a estrada, mas vi que ela me olhou.
Em seguida olhei para ela e sorri. Logo desci o olhar pelo seu corpo todo, até seus pés nos pedais do carro.
“Que foi? Que olhar é esse?”
“Encantado. Você está muito linda com essa roupa. Esse short ficou ótimo!”
“Obrigado, querido.”
“Você é toda linda mas eu adoro suas pernas”, mandei bem direto.
Ela olhou pelo retrovisor antes de realizar uma ultrapassagem e quando voltou para a faixa que estava antes apertou meu joelho esquerdo.
“Também adorei seu joelho”, disse rindo, claramente me zoando. “Não ouse me deixar sem graça uma hora dessa.”
“Jamais. Só fui sincero. Sorte a dele ter você.”
“Não por muito tempo. Se continuar assim eu vou sair dessa. Quando começa a querer controlar é hora de pisar no freio. Não pode continuar.”
“Papo reto.”
Ajeitei meu pau que já estava incontrolável na cueca e me ajeitei no banco.
“Posso te fazer uma pergunta?” perguntei.
“Sim.”
“Posso sentir a maciez da sua pele?”
Ela não acreditou no que ouviu. Paralisou. Ficou me olhando e focada na estrada. Um silêncio pairou no carro. Eu não falei mais nada. Fiquei olhando o lado, curtindo a viagem.
“Pode”, ela respondeu depois de um tempo. “Meu Deus…”
Sem hesitar acariciei seu rosto com o polegar e sorri. Minha mão foi descendo até sua perna direita. Voltei para o pescoço e desci os seios. Avancei o sinal e fui até os seios. Apertei levemente. Ela deu uma fechada nos olhos e abriu rapidinho porque estava dirigindo. Desci a mão até a perna e fiquei alisando, passando bem gostoso e devagar. Olhando para ela. Ninguém falava nada, ambos concentrados. Fui avançando, ela foi permitindo. (Meu garoto duríssimo quase pulando para fora.) Ela se ajeitou no banco, reduziu a velocidade e arriou o short jeans, facilitando de um jeito genial.
Sangue de Jesus tem poder! Eu fiquei chocado. Salivando horrores. Louco para cair de boca.
Antes mesmo de chegar no restaurante ela parou o carro no acostamento. O fogo subiu. Dei uns apertos naquela coxa deliciosa e à caminho de sua flor ela pegou na minha mão e levou até ela. Ficou esfregando repetidamente e me lascou um beijo intenso, daqueles que não acontecem com frequência. Entendi o recado e durante um beijo maravilhoso – que encaixou perfeitamente – fui massageando o clitóris. Ela ficou doida. Gemia muito. Intensamente.
Sua flor se melou rápido. Mal encostei e ela já estava pronta para me receber. Fiz meu papel. Caprichei. Meus dedos escorregavam muito entre os labios daquela bela flor. O cheiro de putaria reinava dentro do carro.
Ela parou o beijo e veio para cima de mim. Ajeitou o banco e deitou-o, vindo por cima, arriando minha bermuda. Simplesmente pegou no meu pau e começou a quicar super gostoso, rebolando e me olhando, revirando os olhos, gemendo e falando várias coisas.
“Olha, se eu soubesse que seria tão gostoso eu teria dado a bocetinha para você antes”, ela fez questão de falar.
Me senti lisonjeado. Agarrei naquele rabo delicioso e acariciei tanto quanto bati. Ela estava louca. Sentava como se não houvesse amanhã. Uma delícia total. Surrealidade pura.
Levantei sua blusa, tirei o sutiã e dei umas boas chupadas naqueles seios. Era uma vontade louca. Momento único. Uma completa satisfação. Era real. Ela estava gostando muito. Fazia questão de me sufocar com os seios, apertando contra mim só para eu continuar chupando. Eu estava alucinado ali. Encantado com tudo.
“Ai, eu quero que você me chupe de quatro. Me faz esse favor?” ela perguntou enquanto parava lentamente de quicar. Me olhou com uma cara de safada e me deu um beijo de língua bem molhado em seguida.
“Ainda, bebê. Mas você vai ter que gozar gostoso na minha boca.”
“Isso é o de menos. Já não falta muito. Estou quase escalando um prédio de tanta vontade que eu estou de você!”
Ela se posicionou de quatro contra o painel do carro e eu ajeitei o banco para ficar numa boa posição. Ela é baixinha, isso facilitou muito. Perfeito.
Que visão, cara! Que visão! Eu não estava na Terra – eu estava no paraíso! Coisa linda aquela flor toda só para mim. Era só eu e ela. Só nós dois. Útil e agradável na mesma sintonia. Unidos no mesmo propósito. Um mais ansioso que o outro. Então fiquei acariciando seu bumbum por uns segundos e dei uns beijos na flor, provocando mas ao mesmo tempo dando um valor no material. Afinal, eu sempre quis provar esse mel.
Cansei de beijar e comecei a chupar lento e gostoso. Dei uma travada que a fez soltar uma gemida atípica. Suas pernas tremiam um pouco, ela rebolando devagarinho na minha língua, e minhas mãos sobre seu bumbum enorme e formoso. Tirei uma mão e levei até a danada, penetrando dois. Ela abriu mais um pouco as pernas e aí eu avancei com mais intensidade. Foi certo: a língua se deliciou no clitóris enquanto os dedos faziam um movimento de vai e vem bem escorregadio naquela xot4 toda babada, fazendo com que ela gemesse e dissesse cada vez mais coisas quentes.
“Está muito gostoso! Hummmm! Caralho… assim mesmo! Continua que eu vou gozar bem na sua boquinha. Safado gostoso!”
Ouvir isso é glorioso. Eu estava fora deste plano.
A língua girava no clit. de um jeito único, realizando movimentos certos. Ela agarrou meu cabelo e pressionou contra, me dizendo que estava quase lá. Eu seguia com os dedos e a língua afiada. Nessa altura já escorria saliva pela minha boca. Eu me babava chupando essa mulher maravilhosa. O gosto daquela bocetinha me deixava viciado. Eu não queria mais parar. Eu não queria mais nada. Ela estava chegando, estava chegando, até se impulsionar para trás, virar de frente e sentar na minha cara, gozando bem no centro do meu rosto, esfregando lentamente. Hummmm, que delícia! Melzinho direto da fonte. Que bênção!
“Que gozada gostosa, puta que pariu! Uma das melhores”, ela disse sufocando a flor na minha boca.
Chupei mais um pouquinho mas ela não deixou mais porque estava com dormência nas pernas e com os lábios da flor bastante sensíveis por ter gozado.
“Credo, que delícia, Laís!”
“Nossa, foi demais mesmo.”
“Agora que já comi, não quero mais ir no restaurante. Acho não precisamos mais nos alimentar”, falei rindo.
Ela se ajeitou sobre o meu corpo, me beijou e disse: “Só sei que estou realizada. Quero outra foda bem gostosa outro dia. Lá em casa, na banheira. Quando meu namorado sair para trabalhar eu te ligo.”
“Já é. Olha que tentação. Impossível recusar um convite desse.”
“Promete que vai me chupar bem gostoso de novo enquanto eu me abro lindamente para você? Ainda abro os grandes lábios com os dedos para você ficar mais à vontade”, ela disse me olhando e dando selinhos.
“Oh se prometo.”
Nos vestimos e finalizamos o dia maravilhoso no restaurante mesmo. Conversamos bastante, nos divertimos e no final todo mundo gozou e ficou feliz.
Continua…
Quando eu estava perto de me mudar eu a encontrei na frente do prédio justamente com seu cachorro. Ela ainda estava com o uniforme do trabalho.
“E aí, lindona. Tudo bem?” perguntei sorrindo.
“Oi, tudo bem. E contigo?”
“Tudo ótimo”, respondi já me aproximando. “Eu sei que a gente não tem a menor afinidade e tal mas eu quero te falar uma coisa.”
“Claro, pode falar.”
“Eu vou me mudar semana que vem e eu adoraria manter contato com você. É possível? Com todo respeito, é claro. Eu sei que você é comprometida”, falei receoso pela resposta.
“Tudo bem. Anota meu número.”
“Só não sei o seu nome”, falei rindo.
“Laís”, disse rindo.
Primeiro o alívio, depois deu aquele frio na barriga inexplicável quando salvei. Maravilha.
“Eu me simpatizei com você desde quando trocamos o primeiro boa tarde”, falei.
“Educação nunca é demais né.”
“Não mesmo. Gosto da sua energia. Está sempre com um sorriso no rosto.”
Ela sorriu.
“Vou subir. Estou cansada e ainda preciso fazer minha marmita para amanhã. Ninguém merece.”
“Tudo bem. Eu já estou entrando também.”
Abri a porta do prédio e ela passou. Seu perfume exalava de um jeito… meu deus, que mulher! Conforme ela andava eu ficava hipnotizado com aquele rabo lindo rebolando. Deve ser uma lindeza sem esse short jeans, pensei.
Ela agradeceu por eu ter aberto a porta, disse tchauzinho e foi subindo a escada. Ai, meu coração!
* * *
Já no novo endereço, mandei mensagem para ela. Perguntei como estava a vida, o trabalho… tudo fluindo.
“Vai fazer o que mais tarde?” perguntei.
“Nada. Ficar de boa em casa, relaxando. Amanhã estou de folga.”
“Vamos fazer alguma coisa? Jantar fora, sei lá.”
“É uma boa idéia.”
Combinado então.
Quando cheguei para buscá-los ela disse que iríamos no seu carro. Estacionei o meu e fui para o dela.
Eu fiquei de queixo caído ao vê-la com essa blusinha curtinha e de short jeans apertadinho, com suas pernas grossas extremamente visíveis. E aparecia a popa de uma bunda magnífica. Coisa linda!
A gente se cumprimentou e ela ligou o carro.
“Falta seu boy”, falei.
“Ele não quer ir. Está de graça lá. Com ciúmes.”
“Eu não quero levar problema para vocês. Se preferir eu nem vou. É melhor, Laís.”
“Nem pensar! Vamos sim. Problema é dele!” disse bem convicta.
“Tem certeza? Não quero que vocês fiquem nessa por causa de mim.”
“Ele que lute. Zero paciência para essa insegurança besta.”
Tudo bem então.
Decidimos ir em um restaurante bacana que eu tinha ido uma vez com a minha tia no seu aniversário. Ficava a uma hora de onde ela morava, então dava para conversarmos muito.
Peguei o celular para falar com a minha mãe e logo depois entramos na autoestrada. Desliguei a internet e guardei o celular. Ela começou a falar do seu relacionamento e eu tentando disfarçar olhando para suas pernas enquanto ela dirigia. Falava da sua insatisfação com esse jeito dele e tal, que ele não deveria ser assim, etc. Eu só ouvindo. Mal falava.
Enquanto ela falava seu cabelo entrava na sua boca, então tirei e coloquei atrás da orelha. De repente ela parou de falar e sorriu para mim e agradeceu. Não foi nada, eu falei. Então ficamos uns minutos calados.
“É complicado”, falei depois de alguns minutos. “Não é fácil lidar com o ser humano.”
“Poderia ser mais fácil só que algumas pessoas gostam mesmo de piorar as coisas”, rebateu indignada. “Pô, nada a ver.”
“Infelizmente ele não encara isso com naturalidade como a gente.”
“Só lamento. Eu vou viver minha vida.”
“Falando em vida, que delícia ter entrado na sua. Ou melhor, que bom que entrei na sua”, corrigi todo sem graça.
“‘Que delícia ter entrado na minha vida’, essa é nova”, disse rindo. “Gostei da forma como falou.”
“Não, eu falei errado. Eu não queria ser mal interpretado.”
“Gostei. Não importa. Falou está falado”, disse e olhou para mim. Eu estava olhando para a estrada, mas vi que ela me olhou.
Em seguida olhei para ela e sorri. Logo desci o olhar pelo seu corpo todo, até seus pés nos pedais do carro.
“Que foi? Que olhar é esse?”
“Encantado. Você está muito linda com essa roupa. Esse short ficou ótimo!”
“Obrigado, querido.”
“Você é toda linda mas eu adoro suas pernas”, mandei bem direto.
Ela olhou pelo retrovisor antes de realizar uma ultrapassagem e quando voltou para a faixa que estava antes apertou meu joelho esquerdo.
“Também adorei seu joelho”, disse rindo, claramente me zoando. “Não ouse me deixar sem graça uma hora dessa.”
“Jamais. Só fui sincero. Sorte a dele ter você.”
“Não por muito tempo. Se continuar assim eu vou sair dessa. Quando começa a querer controlar é hora de pisar no freio. Não pode continuar.”
“Papo reto.”
Ajeitei meu pau que já estava incontrolável na cueca e me ajeitei no banco.
“Posso te fazer uma pergunta?” perguntei.
“Sim.”
“Posso sentir a maciez da sua pele?”
Ela não acreditou no que ouviu. Paralisou. Ficou me olhando e focada na estrada. Um silêncio pairou no carro. Eu não falei mais nada. Fiquei olhando o lado, curtindo a viagem.
“Pode”, ela respondeu depois de um tempo. “Meu Deus…”
Sem hesitar acariciei seu rosto com o polegar e sorri. Minha mão foi descendo até sua perna direita. Voltei para o pescoço e desci os seios. Avancei o sinal e fui até os seios. Apertei levemente. Ela deu uma fechada nos olhos e abriu rapidinho porque estava dirigindo. Desci a mão até a perna e fiquei alisando, passando bem gostoso e devagar. Olhando para ela. Ninguém falava nada, ambos concentrados. Fui avançando, ela foi permitindo. (Meu garoto duríssimo quase pulando para fora.) Ela se ajeitou no banco, reduziu a velocidade e arriou o short jeans, facilitando de um jeito genial.
Sangue de Jesus tem poder! Eu fiquei chocado. Salivando horrores. Louco para cair de boca.
Antes mesmo de chegar no restaurante ela parou o carro no acostamento. O fogo subiu. Dei uns apertos naquela coxa deliciosa e à caminho de sua flor ela pegou na minha mão e levou até ela. Ficou esfregando repetidamente e me lascou um beijo intenso, daqueles que não acontecem com frequência. Entendi o recado e durante um beijo maravilhoso – que encaixou perfeitamente – fui massageando o clitóris. Ela ficou doida. Gemia muito. Intensamente.
Sua flor se melou rápido. Mal encostei e ela já estava pronta para me receber. Fiz meu papel. Caprichei. Meus dedos escorregavam muito entre os labios daquela bela flor. O cheiro de putaria reinava dentro do carro.
Ela parou o beijo e veio para cima de mim. Ajeitou o banco e deitou-o, vindo por cima, arriando minha bermuda. Simplesmente pegou no meu pau e começou a quicar super gostoso, rebolando e me olhando, revirando os olhos, gemendo e falando várias coisas.
“Olha, se eu soubesse que seria tão gostoso eu teria dado a bocetinha para você antes”, ela fez questão de falar.
Me senti lisonjeado. Agarrei naquele rabo delicioso e acariciei tanto quanto bati. Ela estava louca. Sentava como se não houvesse amanhã. Uma delícia total. Surrealidade pura.
Levantei sua blusa, tirei o sutiã e dei umas boas chupadas naqueles seios. Era uma vontade louca. Momento único. Uma completa satisfação. Era real. Ela estava gostando muito. Fazia questão de me sufocar com os seios, apertando contra mim só para eu continuar chupando. Eu estava alucinado ali. Encantado com tudo.
“Ai, eu quero que você me chupe de quatro. Me faz esse favor?” ela perguntou enquanto parava lentamente de quicar. Me olhou com uma cara de safada e me deu um beijo de língua bem molhado em seguida.
“Ainda, bebê. Mas você vai ter que gozar gostoso na minha boca.”
“Isso é o de menos. Já não falta muito. Estou quase escalando um prédio de tanta vontade que eu estou de você!”
Ela se posicionou de quatro contra o painel do carro e eu ajeitei o banco para ficar numa boa posição. Ela é baixinha, isso facilitou muito. Perfeito.
Que visão, cara! Que visão! Eu não estava na Terra – eu estava no paraíso! Coisa linda aquela flor toda só para mim. Era só eu e ela. Só nós dois. Útil e agradável na mesma sintonia. Unidos no mesmo propósito. Um mais ansioso que o outro. Então fiquei acariciando seu bumbum por uns segundos e dei uns beijos na flor, provocando mas ao mesmo tempo dando um valor no material. Afinal, eu sempre quis provar esse mel.
Cansei de beijar e comecei a chupar lento e gostoso. Dei uma travada que a fez soltar uma gemida atípica. Suas pernas tremiam um pouco, ela rebolando devagarinho na minha língua, e minhas mãos sobre seu bumbum enorme e formoso. Tirei uma mão e levei até a danada, penetrando dois. Ela abriu mais um pouco as pernas e aí eu avancei com mais intensidade. Foi certo: a língua se deliciou no clitóris enquanto os dedos faziam um movimento de vai e vem bem escorregadio naquela xot4 toda babada, fazendo com que ela gemesse e dissesse cada vez mais coisas quentes.
“Está muito gostoso! Hummmm! Caralho… assim mesmo! Continua que eu vou gozar bem na sua boquinha. Safado gostoso!”
Ouvir isso é glorioso. Eu estava fora deste plano.
A língua girava no clit. de um jeito único, realizando movimentos certos. Ela agarrou meu cabelo e pressionou contra, me dizendo que estava quase lá. Eu seguia com os dedos e a língua afiada. Nessa altura já escorria saliva pela minha boca. Eu me babava chupando essa mulher maravilhosa. O gosto daquela bocetinha me deixava viciado. Eu não queria mais parar. Eu não queria mais nada. Ela estava chegando, estava chegando, até se impulsionar para trás, virar de frente e sentar na minha cara, gozando bem no centro do meu rosto, esfregando lentamente. Hummmm, que delícia! Melzinho direto da fonte. Que bênção!
“Que gozada gostosa, puta que pariu! Uma das melhores”, ela disse sufocando a flor na minha boca.
Chupei mais um pouquinho mas ela não deixou mais porque estava com dormência nas pernas e com os lábios da flor bastante sensíveis por ter gozado.
“Credo, que delícia, Laís!”
“Nossa, foi demais mesmo.”
“Agora que já comi, não quero mais ir no restaurante. Acho não precisamos mais nos alimentar”, falei rindo.
Ela se ajeitou sobre o meu corpo, me beijou e disse: “Só sei que estou realizada. Quero outra foda bem gostosa outro dia. Lá em casa, na banheira. Quando meu namorado sair para trabalhar eu te ligo.”
“Já é. Olha que tentação. Impossível recusar um convite desse.”
“Promete que vai me chupar bem gostoso de novo enquanto eu me abro lindamente para você? Ainda abro os grandes lábios com os dedos para você ficar mais à vontade”, ela disse me olhando e dando selinhos.
“Oh se prometo.”
Nos vestimos e finalizamos o dia maravilhoso no restaurante mesmo. Conversamos bastante, nos divertimos e no final todo mundo gozou e ficou feliz.
Continua…
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