Era um Sábado de casa cheia, muita gente no restaurante. Os empregados de mesa — como eu — não paravam. Toda hora alguém chamava querendo alguma coisa. Eu estava ficando maluco. [Risos]
Já perto de fechar e com apenas uma mesa ocupada, minha colega de trabalho, mais conhecida como Lorena, decidiu fazer uma coisa inusitada: apalpar meu instrumento por cima da calça.
Tudo começou quando voltei da pausa. Era 18:30.
“Se eu te contar que esqueci minha cueca em casa você não vai acreditar”, falei. “Vim de short… E usar calça sem cueca é desconfortável.”
“E por que eu preciso saber disso?” ela disse rindo.
“Pensei alto demais né”, tentei amenizar a situação.
“Não tem problema, você sabe que eu sou de boa”, ela disse enquanto mexia no celular. “Mas quer saber? Eu também estou sem calcinha, então estamos quites”, ela piscou o olho e riu.
Imediatamente me deu um calor e um frio na barriga danado. Imediatamente comecei a imaginá-la pelada. Não tinha outra hipótese.
Quando os clientes foram embora e ficou só nós dois no restaurante — porque eu jamais a deixaria sozinha para fechá-lo — o ar-condicionado já não gelava tanto, porque o clima esquentou entre nós depois que eu apaguei as luzes. Muita treta, vichi!
Ela me puxou até o sofá do restaurante, tirou a roupa, esfregou os peitos em mim e se sentou; abriu as pernas, ligou a lanterna do celular e fez questão de me mostrar o quanto ela estava babadinha. Humm, que delícia!
“Vê o quanto eu estou molhada? Eu trabalhei assim a noite toda por sua causa. Quando você falou que veio sem cueca eu fingi que não mas aquilo me deixou louca. Trabalhei com a danada latejando esse tempo todo”, ela fez questão de falar e mostrar. “Agora você vai me chupar bem gostoso para compensar o que me causou. Vai que é sua!”
Sem a menor hesitação eu dei uns beijinhos em sua virilha, alternando entre lambidas só para provocar. Fui me aproximando e abocanhei a danada.
“Você é uma delícia mesmo”, falei entre beijos e lambidas em sua boceta deliciosa.
Ela gemia quase imperceptivelmente enquanto minha boca deslizava com imensa facilidade.
“Ai, caralho, que gostoso!” ela exclamava.
Descendo com a língua até seu cuzinho ela enlouquecia. Ele piscando na língua era delicioso. Sua contração fazia com que ela agarrasse minha cabeça e me pressionasse contra ela. Eu estava literalmente atolado com a cara enfiada nessa maravilhosa danada carnuda e charmosa; chupando alucinadamente como se fosse o último dia de vida. Me babando todo.
“Estou quase gozando, quero sentir você dentro de mim”, ela falou. “Mete seu pau na minha danada molhadinha, vai.”
Fiquei mais alguns segundos chupando e depois me levantei. Fui de boca nos seios e fiquei brincando com a danada apenas passando a cabeça do pau para baixo e para cima, deixando-a louca.
“Aff! Mete logo!” ela implora.
Chupando seus sei0s vou subindo para o pescoço, beijando e mordendo bem gostoso e devagar. (Ela se arrepia e diz que está uma delícia.) Sentindo seu cheirinho de pele suada com perfume após uma noite de muito trabalho. O nariz desliza sobre sua pele.
Ela começa a se tocar intensamente… está tão excitada que eu ouço aquele barulhinho gostoso de boceta molhada. Não aguentando, ela pega no instrumento e bota nela, já rebolando devagar e com jeitinho com ele dentro. Apoia uma mão na minha cintura e a outra permanece na danada. Ela se acaricia gostoso, sem precedentes. Geme muito. Sua gemida é harmoniosa, prazerosa de se ouvir.
A fim de foder melhor, resolvo pegar suas pernas e colocar sobre os meus ombros. Aí fica uma delícia! E imediatamente ela se manifesta, dizendo que ama ser fodida assim. E eu faço. Tenho o prazer de satisfazê-la.
Mantenho as mãos em suas pernas enquanto meu garoto se diverte com sua boneca. Escorrega tanto. Nossa, que prazer absurdo. Ele está tão firme que vai fluindo normalmente dentro dela. Um vai-e-vem gostoso e intenso. Ela me agarra e arranha como pode. Não pára de gemer. Não pára de me apertar. E minutos depois tira as pernas de mim e começa a gozar no sofá, me obrigando a lamber tudinho.
“Culpa sua, está vendo? Vai, seu cachorro, lambe tudinho!” ela ordena e eu obedeço com imenso prazer. Como não? Eu não seria maluco de recusar.
Lambo tudinho sem hesitar. Passo a boca, a língua ou o que for preciso para sentir o gosto dessa mulher. Inclusive chupo seu grelo durinho de tanto tesão, que ela diz estar dormente porque acabou de gozar.
“Foi uma delícia isso tudo.”
“Eu também acho”, respondi enquanto ainda chupava sua danada.
“Não vai parar de me chupar?” ela perguntou rindo. “Se bem que está tão bom.”
“Por mim eu ficaria te dando prazer até amanhã na hora de abrir o restaurante.”
“Por mim também, mas precisamos ir. Senão eu não vou conseguir levantar bem disposta para vir amanhã. Tudo por culpa sua!”
“Maravilha! Nunca me senti tão feliz por ser culpado de alguma coisa”, falei rindo.
“Vamos embora, me deixa sair”, ela disse enquanto eu dava a última lambida gostosa nela. “Dá até pena tirar a boceta da sua boca… credo, que delícia.”
Me levantei, vesti a roupa e dei um super beijo lento e molhado nela com gosto de boceta. “Concordo plenamente com você, sua gostosa!”
Já perto de fechar e com apenas uma mesa ocupada, minha colega de trabalho, mais conhecida como Lorena, decidiu fazer uma coisa inusitada: apalpar meu instrumento por cima da calça.
Tudo começou quando voltei da pausa. Era 18:30.
“Se eu te contar que esqueci minha cueca em casa você não vai acreditar”, falei. “Vim de short… E usar calça sem cueca é desconfortável.”
“E por que eu preciso saber disso?” ela disse rindo.
“Pensei alto demais né”, tentei amenizar a situação.
“Não tem problema, você sabe que eu sou de boa”, ela disse enquanto mexia no celular. “Mas quer saber? Eu também estou sem calcinha, então estamos quites”, ela piscou o olho e riu.
Imediatamente me deu um calor e um frio na barriga danado. Imediatamente comecei a imaginá-la pelada. Não tinha outra hipótese.
* * *
Quando os clientes foram embora e ficou só nós dois no restaurante — porque eu jamais a deixaria sozinha para fechá-lo — o ar-condicionado já não gelava tanto, porque o clima esquentou entre nós depois que eu apaguei as luzes. Muita treta, vichi!
Ela me puxou até o sofá do restaurante, tirou a roupa, esfregou os peitos em mim e se sentou; abriu as pernas, ligou a lanterna do celular e fez questão de me mostrar o quanto ela estava babadinha. Humm, que delícia!
“Vê o quanto eu estou molhada? Eu trabalhei assim a noite toda por sua causa. Quando você falou que veio sem cueca eu fingi que não mas aquilo me deixou louca. Trabalhei com a danada latejando esse tempo todo”, ela fez questão de falar e mostrar. “Agora você vai me chupar bem gostoso para compensar o que me causou. Vai que é sua!”
Sem a menor hesitação eu dei uns beijinhos em sua virilha, alternando entre lambidas só para provocar. Fui me aproximando e abocanhei a danada.
“Você é uma delícia mesmo”, falei entre beijos e lambidas em sua boceta deliciosa.
Ela gemia quase imperceptivelmente enquanto minha boca deslizava com imensa facilidade.
“Ai, caralho, que gostoso!” ela exclamava.
Descendo com a língua até seu cuzinho ela enlouquecia. Ele piscando na língua era delicioso. Sua contração fazia com que ela agarrasse minha cabeça e me pressionasse contra ela. Eu estava literalmente atolado com a cara enfiada nessa maravilhosa danada carnuda e charmosa; chupando alucinadamente como se fosse o último dia de vida. Me babando todo.
“Estou quase gozando, quero sentir você dentro de mim”, ela falou. “Mete seu pau na minha danada molhadinha, vai.”
Fiquei mais alguns segundos chupando e depois me levantei. Fui de boca nos seios e fiquei brincando com a danada apenas passando a cabeça do pau para baixo e para cima, deixando-a louca.
“Aff! Mete logo!” ela implora.
Chupando seus sei0s vou subindo para o pescoço, beijando e mordendo bem gostoso e devagar. (Ela se arrepia e diz que está uma delícia.) Sentindo seu cheirinho de pele suada com perfume após uma noite de muito trabalho. O nariz desliza sobre sua pele.
Ela começa a se tocar intensamente… está tão excitada que eu ouço aquele barulhinho gostoso de boceta molhada. Não aguentando, ela pega no instrumento e bota nela, já rebolando devagar e com jeitinho com ele dentro. Apoia uma mão na minha cintura e a outra permanece na danada. Ela se acaricia gostoso, sem precedentes. Geme muito. Sua gemida é harmoniosa, prazerosa de se ouvir.
A fim de foder melhor, resolvo pegar suas pernas e colocar sobre os meus ombros. Aí fica uma delícia! E imediatamente ela se manifesta, dizendo que ama ser fodida assim. E eu faço. Tenho o prazer de satisfazê-la.
Mantenho as mãos em suas pernas enquanto meu garoto se diverte com sua boneca. Escorrega tanto. Nossa, que prazer absurdo. Ele está tão firme que vai fluindo normalmente dentro dela. Um vai-e-vem gostoso e intenso. Ela me agarra e arranha como pode. Não pára de gemer. Não pára de me apertar. E minutos depois tira as pernas de mim e começa a gozar no sofá, me obrigando a lamber tudinho.
“Culpa sua, está vendo? Vai, seu cachorro, lambe tudinho!” ela ordena e eu obedeço com imenso prazer. Como não? Eu não seria maluco de recusar.
Lambo tudinho sem hesitar. Passo a boca, a língua ou o que for preciso para sentir o gosto dessa mulher. Inclusive chupo seu grelo durinho de tanto tesão, que ela diz estar dormente porque acabou de gozar.
“Foi uma delícia isso tudo.”
“Eu também acho”, respondi enquanto ainda chupava sua danada.
“Não vai parar de me chupar?” ela perguntou rindo. “Se bem que está tão bom.”
“Por mim eu ficaria te dando prazer até amanhã na hora de abrir o restaurante.”
“Por mim também, mas precisamos ir. Senão eu não vou conseguir levantar bem disposta para vir amanhã. Tudo por culpa sua!”
“Maravilha! Nunca me senti tão feliz por ser culpado de alguma coisa”, falei rindo.
“Vamos embora, me deixa sair”, ela disse enquanto eu dava a última lambida gostosa nela. “Dá até pena tirar a boceta da sua boca… credo, que delícia.”
Me levantei, vesti a roupa e dei um super beijo lento e molhado nela com gosto de boceta. “Concordo plenamente com você, sua gostosa!”
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