Depois de passar maior sufoco pulando de trabalho em trabalho aqui em Portugal devido à baixa produtividade nas empresas e uma crise que vem assolando o país, finalmente consegui parar em um. E parei justamente num trabalho que eu tanto queria: lidar com o público.
Arrumei um trabalho num posto de abastecimento como operador e tinha essa colega de trabalho gostosa de aproximadamente 1,56cm de altura. Seu nome era Larissa.
Nesse dia nosso horário era das 7h às 15h, e estávamos com uma outra colega de apoio. São dois caixas na mesma loja, um para jogos de loteria e outro para combustíveis e outras coisas.
Todos os dias Lari chegava com roupinhas coladas que marcavam bem sua bunda formosa e enfatizava sua calcinha. Coisa linda! Já começava o dia naquele pique. Nesse dia em especial ela foi com um vestido branco e, de acordo com a minha mesquinha sabedoria, ela aparentemente estava sem calcinha.
Conforme as horas foram passando só alimentava a minha vontade de ir no banheiro tocar uma, pois o tesão já estava me fazendo perder a cabeça. Vira e mexe eu ajeitava meu garoto. Quanto mais eu olhava para Larissa no outro caixa, mais me dava vontade de arrastá-la para o banheiro e fodê-la bem gostoso. Levantar aquele vestido branco e fazer bonito mais uma vez sem pensar duas vezes.
Mas ainda não era hora nem lugar.
(Nos primeiros dias eu já olhava para ela dando a entender que se ela me desse brecha eu partiria para dentro sem leme, sem pensar duas vezes. E ela foi fazendo o mesmo. Parecia que toda vez que eu olhava para ela, ela já estava olhando para mim. Era insano.)
Depois de uns meses, enfim a cobra fumou. Era Sexta-feira Santa.
Por volta de 11:32, enquanto a outra colega foi lá no armazém buscar uns produtos para repor na loja, essa safada pegou uma escadinha de dois degraus que usamos dentro da loja e sentou. Eu estava atendendo uns clientes — tirando café, liberando as bombas para abastecimento e tal. Depois que os clientes saíram, me virei para lavar as xícaras que estavam sujas de café e me deparei com ela sentada com as pernas abertas o suficiente para me mostrar que estava sem calcinha e com sua boneca depiladinha à vista. E mexia no celular normalmente, fingindo que estava distraída.
Wow! Eu vi isso mesmo?
Fingi que não vi nada e segui lavando a louça tranquilo mas com meu garoto daquele jeito, pronto para entrar em sua boneca.
Logo ela virou-se para o lado e eu virei a cabeça junto, e vi rapidinho que ela estava assistindo pornô no celular. Ela se virou para o canto para se tocar tentando disfarçar enquanto estava só nós dois ali. Inacreditável, não? Pois é. E muito gostoso, também.
Terminei de lavar a pouca louça que tinha e fui fazer meu fundo de caixa já para deixar para a próxima colega que entraria à tarde. No entanto, fiquei ali contando o dinheiro sem a menor concentração, e quando cheguei em 100 euros desisti de contar. Deixei para fazer depois. Impossível se concentrar. Não dava mesmo.
Quando a outra colega voltou do armazém eu imediatamente peguei a chave do banheiro. Parecia que eu ia explodir se não fosse tocar uma pensando nela. Estava demais. Não consegui me conter depois do que vi. Então aproveitei que o movimento na loja estava fraco.
Elas seguram um pouquinho enquanto eu vou lá. Preciso.
Entrei no banheiro e bati a porta. Quando encostei na parede e arriei as calças para fazer os primeiros movimentos no garoto, Larissa abriu a porta e já entrou trancando-a. Imediatamente fui levantando tudo e fingindo que nada estava acontecendo. Como se isso fosse evitar o que estava por vir. [Risos]
“Por que está guardando seu instrumento? E se eu quiser tocá-lo, você não vai deixar?” ela me perguntou se aproximando de mim e já tocando nele, tirando minha mão e acariciando-o, olhando fixadamente nos meus olhos.
“É todo seu. Eu não vou mesmo hesitar. Eu me rendo”, falei levantando os braços como se eu estivesse sendo abordado por um policial, e assim minha cueca e minha calça caíram.
Era tudo que ela queria ouvir.
Para a brincadeira ficar mais surreal, ela tirou o vestido e me envolveu pelo pescoço com ele. Eu mal conseguia piscar. Eu estava extasiado. Ela peladinha assim… absurdo! Fiquei encantado com o que eu estava presenciando. Ela me deu um selinho enquanto passava a mão no instrumento, logo beijou meu pescoço e o mordeu suavemente. Esfregou os seios no meu peitoral, me fazendo fechar os olhos para sentir seu cheiro e seu corpo. O cheiro de sexo pairava no ar. Eu estava nas nuvens.
Tirou a mão do garoto e ficou arranhando meu peitoral e descendo até a barriga, me fazendo contraí-la. Isso me faz cócegas. Sei lá. Me dá nervoso. Mas um nervoso gostoso, sabe? Eu gosto. E parecia que ela sabia disso. Fez várias vezes enquanto se esfregava em mim. Me beijava com calma, toda cautelosa, só que a gente não podia demorar — mas já estávamos demorando, a verdade é essa. Então?
Ela me puxou, se apoiou nos meus ombros e pulou e cruzou as pernas em mim, e incrivelmente encaixando meu pau em sua boceta. Ela estava tão babada que o danado foi direto, parecia que já sabia o caminho. Não sei como mas ela mesma fez o movimento de encaixe. Surreal.
“Assim está melhor, não acha?” ela perguntou bem baixinho no meu ouvido, rebolando quase imperceptivelmente.
Eu assenti.
Com seus braços envolvendo meu pescoço e ela no meu colo, ela fazia o que podia para sentir o instrumento dentro dela. Me olhava no olhos. Não falava nada. Se movimentava como podia. Beijava meu rosto, mordia meus lábios. Sorria de canto. Fechava e abria os olhos.
Que garota gostosa…
“Quero te dar com mais calma. Que tal ir lá em casa qualquer dia?” ela me perguntou saindo de mim, voltando para o chão e se agachando para me masturbar olhando para cima.
“Fica difícil recusar um convite desse com você me olhando assim, Larissa.”
Ela ficou quieta e engoliu tudo o que podia engolir, me fazendo soltar uma gemida abafada. Agarrou nas bolas, massageou e logo meteu a língua, lambendo e chup4ndo ao mesmo tempo, sabe como? Nossa, genial! Impecável, melhor dizendo.
Ela se vestiu, se ajeitou, me beijou e saiu, me deixando com gostinho de quero mais.
Voltei para dentro da loja como se nada tivesse acontecido. Assumi meu posto novamente e a outra colega zombou de mim porque demorei muito no banheiro. Coitada, mal sabe ela que foi uma maravilha. Haha!
Continua…
Arrumei um trabalho num posto de abastecimento como operador e tinha essa colega de trabalho gostosa de aproximadamente 1,56cm de altura. Seu nome era Larissa.
Nesse dia nosso horário era das 7h às 15h, e estávamos com uma outra colega de apoio. São dois caixas na mesma loja, um para jogos de loteria e outro para combustíveis e outras coisas.
Todos os dias Lari chegava com roupinhas coladas que marcavam bem sua bunda formosa e enfatizava sua calcinha. Coisa linda! Já começava o dia naquele pique. Nesse dia em especial ela foi com um vestido branco e, de acordo com a minha mesquinha sabedoria, ela aparentemente estava sem calcinha.
Conforme as horas foram passando só alimentava a minha vontade de ir no banheiro tocar uma, pois o tesão já estava me fazendo perder a cabeça. Vira e mexe eu ajeitava meu garoto. Quanto mais eu olhava para Larissa no outro caixa, mais me dava vontade de arrastá-la para o banheiro e fodê-la bem gostoso. Levantar aquele vestido branco e fazer bonito mais uma vez sem pensar duas vezes.
Mas ainda não era hora nem lugar.
(Nos primeiros dias eu já olhava para ela dando a entender que se ela me desse brecha eu partiria para dentro sem leme, sem pensar duas vezes. E ela foi fazendo o mesmo. Parecia que toda vez que eu olhava para ela, ela já estava olhando para mim. Era insano.)
Depois de uns meses, enfim a cobra fumou. Era Sexta-feira Santa.
Por volta de 11:32, enquanto a outra colega foi lá no armazém buscar uns produtos para repor na loja, essa safada pegou uma escadinha de dois degraus que usamos dentro da loja e sentou. Eu estava atendendo uns clientes — tirando café, liberando as bombas para abastecimento e tal. Depois que os clientes saíram, me virei para lavar as xícaras que estavam sujas de café e me deparei com ela sentada com as pernas abertas o suficiente para me mostrar que estava sem calcinha e com sua boneca depiladinha à vista. E mexia no celular normalmente, fingindo que estava distraída.
Wow! Eu vi isso mesmo?
Fingi que não vi nada e segui lavando a louça tranquilo mas com meu garoto daquele jeito, pronto para entrar em sua boneca.
Logo ela virou-se para o lado e eu virei a cabeça junto, e vi rapidinho que ela estava assistindo pornô no celular. Ela se virou para o canto para se tocar tentando disfarçar enquanto estava só nós dois ali. Inacreditável, não? Pois é. E muito gostoso, também.
Terminei de lavar a pouca louça que tinha e fui fazer meu fundo de caixa já para deixar para a próxima colega que entraria à tarde. No entanto, fiquei ali contando o dinheiro sem a menor concentração, e quando cheguei em 100 euros desisti de contar. Deixei para fazer depois. Impossível se concentrar. Não dava mesmo.
Quando a outra colega voltou do armazém eu imediatamente peguei a chave do banheiro. Parecia que eu ia explodir se não fosse tocar uma pensando nela. Estava demais. Não consegui me conter depois do que vi. Então aproveitei que o movimento na loja estava fraco.
Elas seguram um pouquinho enquanto eu vou lá. Preciso.
Entrei no banheiro e bati a porta. Quando encostei na parede e arriei as calças para fazer os primeiros movimentos no garoto, Larissa abriu a porta e já entrou trancando-a. Imediatamente fui levantando tudo e fingindo que nada estava acontecendo. Como se isso fosse evitar o que estava por vir. [Risos]
“Por que está guardando seu instrumento? E se eu quiser tocá-lo, você não vai deixar?” ela me perguntou se aproximando de mim e já tocando nele, tirando minha mão e acariciando-o, olhando fixadamente nos meus olhos.
“É todo seu. Eu não vou mesmo hesitar. Eu me rendo”, falei levantando os braços como se eu estivesse sendo abordado por um policial, e assim minha cueca e minha calça caíram.
Era tudo que ela queria ouvir.
Para a brincadeira ficar mais surreal, ela tirou o vestido e me envolveu pelo pescoço com ele. Eu mal conseguia piscar. Eu estava extasiado. Ela peladinha assim… absurdo! Fiquei encantado com o que eu estava presenciando. Ela me deu um selinho enquanto passava a mão no instrumento, logo beijou meu pescoço e o mordeu suavemente. Esfregou os seios no meu peitoral, me fazendo fechar os olhos para sentir seu cheiro e seu corpo. O cheiro de sexo pairava no ar. Eu estava nas nuvens.
Tirou a mão do garoto e ficou arranhando meu peitoral e descendo até a barriga, me fazendo contraí-la. Isso me faz cócegas. Sei lá. Me dá nervoso. Mas um nervoso gostoso, sabe? Eu gosto. E parecia que ela sabia disso. Fez várias vezes enquanto se esfregava em mim. Me beijava com calma, toda cautelosa, só que a gente não podia demorar — mas já estávamos demorando, a verdade é essa. Então?
Ela me puxou, se apoiou nos meus ombros e pulou e cruzou as pernas em mim, e incrivelmente encaixando meu pau em sua boceta. Ela estava tão babada que o danado foi direto, parecia que já sabia o caminho. Não sei como mas ela mesma fez o movimento de encaixe. Surreal.
“Assim está melhor, não acha?” ela perguntou bem baixinho no meu ouvido, rebolando quase imperceptivelmente.
Eu assenti.
Com seus braços envolvendo meu pescoço e ela no meu colo, ela fazia o que podia para sentir o instrumento dentro dela. Me olhava no olhos. Não falava nada. Se movimentava como podia. Beijava meu rosto, mordia meus lábios. Sorria de canto. Fechava e abria os olhos.
Que garota gostosa…
“Quero te dar com mais calma. Que tal ir lá em casa qualquer dia?” ela me perguntou saindo de mim, voltando para o chão e se agachando para me masturbar olhando para cima.
“Fica difícil recusar um convite desse com você me olhando assim, Larissa.”
Ela ficou quieta e engoliu tudo o que podia engolir, me fazendo soltar uma gemida abafada. Agarrou nas bolas, massageou e logo meteu a língua, lambendo e chup4ndo ao mesmo tempo, sabe como? Nossa, genial! Impecável, melhor dizendo.
Ela se vestiu, se ajeitou, me beijou e saiu, me deixando com gostinho de quero mais.
Voltei para dentro da loja como se nada tivesse acontecido. Assumi meu posto novamente e a outra colega zombou de mim porque demorei muito no banheiro. Coitada, mal sabe ela que foi uma maravilha. Haha!
Continua…
Comentários
Postar um comentário