Está tudo bem, amor. Fica à vontade. Seja feliz. Goza na minha cara o quanto você quiser que eu vou amar.
Eu me sinto acima das nuvens sentindo o gosto da tua b0ceta deliciosa melando minha língua. Passo por toda essa grandeza deliciosa que você tem entre as pernas. Adoro unir o melado dela com a saliva da minha boca… eu não preciso de mais nada. Eu me alimento de você. Eu me satisfaço com você. Eu me enriqueço de você. Eu me entorpeço de você — principalmente quando meus lábios escorregam diante dos lábios da sua flor maravilhosa. (Quando esses lábios se cruzam não há quem aguente. A gente vai para outra dimensão.)
É viciante. É enlouquecedor demais chupar tua danadinha. Mais ainda quando você começa a falar enquanto estou agindo, matando minha fome quando estou com a boca nela.
“Isso, seu safado, engole minha bonequinha, vai. Me chupa bem gostoso. Sem dó nem piedade. Deixa ela molhadinha. Daquele jeito que você gosta e eu também.”
Tua boneca deixa um paladar diferente na minha boca toda vez que eu me alimento dela (desde a primeira vez eu notei isso). Eu amo! A língua conhece cada detalhe e cantinho, e flutua nessa delícia de boceta que você tem. Por exemplo, você fica de quatro e me ajuda com a mão direita abrindo tudo, deixando o caminho livre para eu fazer a festa. E com a mão esquerda você consegue puxar seu rabo delicioso, me obrigando a subir pela área, lambendo até o cuzinho. [Ai, que delícia!] Você me obriga a te chupar, meu bem.
“Não queria falar… mas…” ela pausa, respira ofegante enquanto esfrega a danada. “Ai, eu vou gozar.”
Que privilégio ouvir isso.
Intensifico mais. Dou meu jeito de abocanhar essa delícia molhada. Meto a língua dentro dela. Uso as mãos e abro a danada, passando a ponta da língua bem na portinha do túnel rosa. Me acabando nela. Chupando como deve ser. Deixando-a louca e afim de subir pelas paredes. Gemendo loucamente. Minha boca babando bastante. Salivando muito. Fazendo movimentos de bota-e-tira com a língua nela, alternando entre lambidas circulares, fazendo com que ela abra mais as pernas e se entregue de vez.
Ela se rende e goza molhadinho enquanto minha boca desliza bastante em sua bocetinha extremamente rendida.
“Boa menina, eu gosto assim.”
“Juro que às vezes tento me controlar mas você apela. Não tem como”, ela fala debruçada e ainda com a mão direita esfregando a boneca toda babada.
“Você goza na minha cara e está tudo bem. Isso nos faz bem.”
“Que delícia. Mais nada, credo.”
Eu me sinto acima das nuvens sentindo o gosto da tua b0ceta deliciosa melando minha língua. Passo por toda essa grandeza deliciosa que você tem entre as pernas. Adoro unir o melado dela com a saliva da minha boca… eu não preciso de mais nada. Eu me alimento de você. Eu me satisfaço com você. Eu me enriqueço de você. Eu me entorpeço de você — principalmente quando meus lábios escorregam diante dos lábios da sua flor maravilhosa. (Quando esses lábios se cruzam não há quem aguente. A gente vai para outra dimensão.)
É viciante. É enlouquecedor demais chupar tua danadinha. Mais ainda quando você começa a falar enquanto estou agindo, matando minha fome quando estou com a boca nela.
“Isso, seu safado, engole minha bonequinha, vai. Me chupa bem gostoso. Sem dó nem piedade. Deixa ela molhadinha. Daquele jeito que você gosta e eu também.”
Tua boneca deixa um paladar diferente na minha boca toda vez que eu me alimento dela (desde a primeira vez eu notei isso). Eu amo! A língua conhece cada detalhe e cantinho, e flutua nessa delícia de boceta que você tem. Por exemplo, você fica de quatro e me ajuda com a mão direita abrindo tudo, deixando o caminho livre para eu fazer a festa. E com a mão esquerda você consegue puxar seu rabo delicioso, me obrigando a subir pela área, lambendo até o cuzinho. [Ai, que delícia!] Você me obriga a te chupar, meu bem.
“Não queria falar… mas…” ela pausa, respira ofegante enquanto esfrega a danada. “Ai, eu vou gozar.”
Que privilégio ouvir isso.
Intensifico mais. Dou meu jeito de abocanhar essa delícia molhada. Meto a língua dentro dela. Uso as mãos e abro a danada, passando a ponta da língua bem na portinha do túnel rosa. Me acabando nela. Chupando como deve ser. Deixando-a louca e afim de subir pelas paredes. Gemendo loucamente. Minha boca babando bastante. Salivando muito. Fazendo movimentos de bota-e-tira com a língua nela, alternando entre lambidas circulares, fazendo com que ela abra mais as pernas e se entregue de vez.
Ela se rende e goza molhadinho enquanto minha boca desliza bastante em sua bocetinha extremamente rendida.
“Boa menina, eu gosto assim.”
“Juro que às vezes tento me controlar mas você apela. Não tem como”, ela fala debruçada e ainda com a mão direita esfregando a boneca toda babada.
“Você goza na minha cara e está tudo bem. Isso nos faz bem.”
“Que delícia. Mais nada, credo.”
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